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O EFEITO BUMERANGUE

CAPÍTULO 3



A entrada ao Templo



À aurora destes anos 50, era com efeito o início da electrificação nas campanhas da Vara. Eh, sim! Não tem mais de cinquenta anos, que as boas velhas lâmpadas à petróleo desapareceram dos lares ligeiramente retirados das cidades. Não quero dizer que este novo mercado era ruée para o ouro, mas havia bem mesmo assim ligeiramente em comparação da conjuntura actual. Cada um queria ver claramente a noite, e os negócios eram florissantes para o que sabia aproveitar.

O meu pai, não fazia partido deaqueles. Talvez por falta de confiança, talvez por simples honnêteté, talvez devido à demasiado raciocínio, sempre é, que tinha imensamente dificuldades para reclamar a justa remuneração do seu trabalho. É verdadeiro, que frequentemente era confrontado com pessoas que se consideravam como mais infelizes que ele e era demasiado sensível. Muitos pequenos agricultores viviam ligeiramente ainda em autarcia nessa época. A quase totalidade das suas necessidades alimentares estava coberta certamente pelos recursos da exploração agrícola, mas a sua capacidade de troca continuava a ser muito fraca, e era acentuada pela necessidade de guardar algumas reservas para salvar-o de uma má colheita. Aquilo fazia evoluir mais pobre numa vida de aparência miserável. A maioria entre eles eram no entanto muito mais rico que meu pobre papa, mas como após ter tirado de trás a sua bicicleta um pesado reboque cheio de instrumentos, tinha-se comprado velha uns seis cavalos Renault antes de guerra, era considerado como vencedor do dinheiro facilmente. O material custava já extremamente caro à compra, então antes que de fazer um trabalho bâclé, preferia fazê-lo perfeitamente, quite a dever encurtar a lista das horas sobre as facturas para não passar para um ladrão.

Se as coisas tivessem permanecido lá, os meus pais teriam encontrado sem dúvida apenas poucos problemas, mas assim como muitos seus clientes teriam querido bem ter a manteiga e o dinheiro da manteiga, muito teria querido ter a instalação eléctrica sem ter a pagar-o. Os regulamentos de facturas arrastavam por conseguinte sobre numerosos meses, quando não era sobre vários anos de acordo com as colheitas. Entre os não pagos e os adiantamentos de compra de materiais, continuaram por conseguinte pobres com muito dinheiro parte.

Para nós três, Colette, Jean Claude e mim era o sonho este vielle seis cavalos dos anos 1923 ou 24. Chamávamos-o “Titine”. Ambos os sobre o banco traseiro, estávamos como pequenos príncipes quando combinamos em nossos grands-parents paternels à Châteaudun. Era como cantava-o brilha Mariano “sobre a estrada de Narbonne, ele podia ver as voltas Carcassonne, perfilar-se ao horizonte Barbaira”. Pensem, não púnhamos menos de umas umas boas horas para percorrer a pequena quarentena de quilómetros de linhas direitas que separavam-nos neles. A nossa alegria atingia no entanto o seu cúmulo, quando da parte superior da última costa, descobríamos de repente toda a cidade e o seu orgulhoso castelo feudal.

Nós eûmes igualmente a partir deesta época, alguns Domingos ao mar, Cabourg, Franceville, a areia fina. Mim fazia tortas, castelos, corria perder respiração, sobre estas imensas extensões que o mar deixava cruzados de algumas redes de água retirando-se. Ah! Para correr, corria, pensava apenas àaquilo, sobretudo para correr mais rapidamente que os outros.

Como já havia profundamente nmim, este desejo de corridas, de competicões, da mesma maneira que para a pequena bicicleta à montra da loja de bicicletas alguns anos mais cedo.

Desde 1953, papa montou muito grande antena, à treze metros acima do tecto e recebemos a televisão. Inútil dizer-vos que à época aquilo não passou despercebido nas nossas campanhas, até o receptor funcionava frequentemente na loja e provocava então o agrupamento dos tensores. Não era certamente a televisão cor, “a neve” estava frequentemente ao encontro ao ecrã. É necessário dizer que não havia todas as retransmissões das quais equipamo-nos agora; habitávamos à cem cinquenta quilómetros de Paris, e captávamos o emissor da Volta Eiffel.

Para mim que tinha então apenas sete anos aquilo cobria bem alguma importância de ser o único em classe olhar “Trinta e seis velas”, “a Pista às Estrelas” ou “a Vida dos Animais”, mas não creio que tirava um real orgulho para com os meus pequenos camaradas. Se aquilo tivesse sido, parece-me que os meus resultados escolares teriam rapidamente seja suficientes trazer-me sobre terra. Não quero dizer lá que era mau, mas se o meu irmão e a minha irmã continuassem primeiros, para mim aquilo mim chegasse apenas ocasionalmente.

Entendíamos-nos efectivamente ambos os, Colette, Jean Claude e mim. Não éramos certamente crianças exemplares, porque querelávamo-nos bem às vezes, mas gostávamos-nos de muito um o outro. Não suportávamos que um seja-nos frustrado dois em relação aos outros e aquilo ia frequentemente até mais menores a detalhes. Se um tivesse recebido um bombom sem os outros, compartilhávamo-lo em três. Tranquilizam, não éramos anjos, porque havia bem pequenas derrapagens, mas o ambiente familiar era bom, havia.

No domínio espiritual, não éramos talvez os primeiros, mas da mesma maneira que para a escola, eram assíduos. Fomos ambos os regularmente catéchisme católico, por um lado devido às conveniências, mas igualmente parce que à nossa chegada nesta aldeia, maman um tanto tivesse-se reconciliado com a religião, ao contacto muito corajoso curé da nossa aldeia. Era um corajoso homem, sincero e verdadeiro em qualquer que fazia, e creio que teria podido-se dizer deele, que cantamos às vezes nas nossas igrejas: Jésus interior, vê-se parte. Tinha sabido ver nos meus pais, jovens que se investiam para chegar, mas que não abandonavam para tanto a vida familiar, por último dos jovens que Deus tivesse-lhe posto à coração de ajudar. Poucos tempos após o seu início de actividade, assim tinha confiado aos meus pais uma obra da qual recordo-me eu mesmo ainda. Era um painel luminoso constituído de uma multidão de pequenas lâmpadas, effigie de Santa Apolina, uma virgem festejado o 9 de Fevereiro, dia da festa da aldeia.

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À entrada do coração da igreja, perante muito imponente uma representação da virgem Marie que tem Jésus nos braços, a sua estátua estava lá, um par tenailles à mão. Era solicitada pelo fiel para as curas dentais, e reconhecida “proprietária da aldeia”.

É necessário dizer que nessa época, tínhamos todos uma enorme necessidade, mas lá ainda haverá.

Por este pequeno trabalho, este corajoso curé tinha sabido aplicar a caridade sem estar a ferir, e como dispunha muito de um grande jardim para ele muito único, tinha proposto os três quartos aos meus pais. Este jardim pendia sobre de vários metros o nosso muito pequeno tribunal e algumas dependências, o que permitia aceder directamente através de escalas e caminhos de madeiras colocados sobre os tectos.

Permite sublinhar à passagem, quanto este corajoso homem tinha tido mais discernimento que outros. Como qual Deus bénit o humilde de coração! Nos meus pais, não tinha visto que as aparências enganosas, mas tivessem sabido fazer a diferença entre os aspectos externos que dava-lhes a sua função nesta pequena aldeia de campanha, e a realidade de vida que não tinha realmente relatório. É assim que mesmo com o mal aos dentes, este período faz parte de uma época abençoada. Integra-se nque poderíamos chamar para os meus pais, a progressão. Creio que comiam então o seu pão branco o primeiro.

Foi nessa época que começou pôr-se para eles, o gordo problema da educação secundária das suas crianças. A nossa aldeia era situada em catorze quilómetros da primeira cidade, Nogent o Rotrou, onde a minha irmã teria podido entrar pensionista em classe de sexto. Não era ainda pergunta dos recolhimentos escolares nessa época, e como os artesões não podiam pretender à obtenção de bolsas de estudo, na frente da dificuldade financeira que aquilo representava, o problema foi entregue à atrasado.

Para este mesmo período, os meus pais que não têm os meios para oferecer-me um comboio eléctrico, comecei por meu lado que construa um em contra-placado. Extraí as minhas inspirações num verdadeiro tesouro para o topa-a-tudo em erva que era então, imponente uma pilha de velhas revistas “Sistema D” colocada basicamente do sótão. Se cito este comboio, é que foi para mim ele parece-me, o meu primeiro malogro notável. Muito rapidamente com efeito, a realização caiu à água. Não creio de resto que durou mais de alguns dias, mas me saber no entanto muito.

Realizo certamente escrevendo, que serviu-me frequentemente de referência inconsciente, avaliar a minha motivação nque ia empreender seguidamente. Bem rapidamente evoluí para “as construções navais” que fundamentavam-me mais muito. De modo que os meus sonhos tenham um mínimo de realidade, era necessário absolutamente que estes barcos pudessem navegar. Uma maqueta foi para mim uma embarcação morta e gostava já muito de viver demasiado, para perder-me em sonhos abstractos. Não, era necessário o verdadeiro que move, que navega. Imaginem ligeiramente, mesmo dormir dava-me a impressão de perder tempo, de morrer ligeiramente. Já terei querido poder fazê-lo todo, igualmente a volta do mundo sobre as minhas embarcações, que construir um nicho para o nosso cão Zamba,  com feira, WC, sala de banho. Tinha sempre necessidade de ocupações, e quando não sabia mais que fazer, maman ou Colette estavam nunca à campo de ténis de ideias. É assim que mim aprendido coudre, fazer pompons, bordar, fazer malha, fazer pastelarias, a cozinha, mas também reparar as caixas de pilhas ou os ferros a passarem dos clientes. Implantava sobre planchettes pequenas instalações eléctricas como tomadas de corrente, iluminações simples de ignição, ver mesmo va-et-vient. Tinha sempre algo a descobrir.

À escola em contrapartida as coisas não iam demorar a estragar-se para mim. Para novo dez anos, comecei provar gordas dificuldades em ortografia, que não iam demorar de tornar-se de muito gordas, seguidamente de enormes dificuldades os anos seguintes.

Se mim lá pensativos hoje, creio que o bloqueio que ia provar sobre este período, tomava a sua fonte na imagem que tinha então do meu irmão e a minha irmã. Eram ambos os dos cérebros que não era, sobretudo Jean Claude. Tinha medo ele pareço-me, de desilusionar os meus pais, não ser à altura da família, e para mascarar esta insuficiência ia entrar num círculo infernal. Na frente de tanta incapacidade parecia-me, ao passar a ser o meu sofrimento demasiado grande, a minha vergonha igualmente, o meu orgulho certamente qualquer tanto, mim me posto a simular a doença. Tinha justamente dez anos.

Nos primeiros tempos maman apitoya sobre o meu destino e me guardou-se a manhã à casa. A tarde era curada: Tinha escapado ao ditado!

Passei pequenos todos os sofrimentos em revista, a tosse, os mais de garganta ou de cabeça, mas muito rapidamente devi variar-me, então mim ter mal ao ventre. Aquilo parecia-me mais fácil a dominar. Não era tão sot parecia-me, a minha irmã e o meu pai tinham certa fragilidade do fígado, era-me fácil informar-me um tanto, tanto quanto já tinha feito ciências naturais e conhecia efectivamente o lugar dos órgãos no corpo humano. Mim ter por conseguinte nenhuma dificuldade para enganar nesta pequena mulher, doutor da aldeia. A partir da primeira vez que mim ausculta, quando me palpa o lado direito, saltei emitindo um grande: AIE! A volta era brincada!

Não tinha tido nenhum mérito de actor, era e continuei a ser tanto chatouilleux, que o sobressalto tivesse estado mais que natural, só o som emitido estava da simulação. Não havia absolutamente nada tendo em conta, e diagnostica-o tinha caído, o que tivesse escolhido, tinha mal ao fígado. Não vos direi todos os medicamentos que mim pus então engulir tanto foram numerosos, nem os regimes que mim pus fazer. Mais o constrangimento era grande, mais superava-o facilmente e felizes de fazê-lo. Aquilo trazia a água ao meu moinho, dado que provava assim a minha aspiração à cura. Houve contudo apenas uma coisa que mim pus nunca muito fazer bem, foi passar-me de viver. Venho devocês dizê-lo há algumas linhas, dormir ou simplesmente estar à cama, era de acordo com mim morrer mais que ligeiramente. Para compensar o meu aborrecimento, os meus pais compraram-me cortes de cartão ou outras futilidades deste tipo, que custavam relativamente caro nessa época. Para eles que começavam provar algumas dificuldades financeiras, gastaram assim, uma pequena fortuna para distrair-me.

Qual egoísmo pôde manifestar assim, no que diz respeito ao meu irmão e a minha irmã em particular. Para quantos meus péchés Jésus deram a sua vida, e era apenas o início! Quantos vergonha puderam infligir assim meu pobre maman quando, posterior fez a relação com a ortografia e as minhas “doenças”, ela dût arrastar-me a escola sobre os três cem metros que separavam-nos. Urrava então supplications de modo que não me levasse, mais extremamente que um condenado à morte conduz ao cadafalso. Os meus gritos eram tais que amotinavam todos os tensores e commères da aldeia, que saíam sobre o passo da sua porta.

A mais má lembrança este dégringolade, foi no entanto o dia em que mim devidos baixar-me copiar sobre um dos meus camaradas. Digo bem baixar-se, porque para mim aquilo então tinha representado o cúmulo da degradação. O momento antes mais não tinha sabido escrever “em”. Sempre que tropeçava sobre uma palavra, devia fazer-me rapidamente para não perder o fio do ditado.

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Como accoutumée, passei por conseguinte rapidamente por todas as soluções “, dente, de ano, den, dan,… ” e na frente do desespero que procurou-me sobre o momento a ideia do moquerie do professor e rire dos meus pequenos camaradas que não iam faltar estoirar aquando da correcção, mergulhei na lama péché, o cúmulo da vergonha, mim « COPEI”. Não crêem que exagero a coisa, mim ele vividos então assim.

Tinha posto o dedo num engrenagem infernal, porque “a doença” descoberta um tanto, ele fui-me necessário algo rapidamente encontrar de mais extravagante para ser mais persuasif: Passei por conseguinte às alucinações. Chegado à esta dimensão, mim me acima contudo encurralado em meus últimos retranchements.

A mão de Deus estêve felizmente lá para calmar as lágrimas maman ao meu assunto, porque consolar ia ser-lhe trazido. Um representante de comércio cuja esposa tinha sido curada deprime por um acupunctor/ostéopathe, indicou-lhe o endereço deeste. Ninguém em redor denós conhecia então este tipo de especialidade, mas maman tomados contudo encontros e tornamo-nos. Fez-nos entrar, fez-me alongar e continuou a ser plantado de pé olhar-me. Maman falava-lhe, mas permanecia lá, como se não o ouvia. Compreendido à este momento, que este no não enganarei, e diagnostico-o caí : “Senhora a vossa criança nunca teve mal ao fígado”. Ensinava-me certamente nada, mas era aliviada em certa medida. Sei no entanto recentemente, único à este período da minha vida, mim estive contacto com a hepatite B, mas à mais maior risco da minha vida, tanto tinha-se encontrado misturada a todo o resto, que ninguém não se tivesse tornado realmente. A armadilha do inimigo tinha falhado bem de fechar-se novamente nunca sobre mim, como fecha-se novamente sobre cada um denós se seguimo-lo nas suas vias tortuosas.

Não sei se forem as duas sessões de acupunctura ou o facto mais de não poder recuar que trouxe a cura, mas quando o dia da ortografia retornou, mim partidos todo guilleret em classe. Mim parecia, era curado das minhas fraudes. De cem para cem vinte faltas numa página e meia de ditado, como fazia nos momentos mais gloriosos, desci rapidamente à metade, seguidamente ao quinto, seguidamente o décimo. Após??? Oh! Após… Fiz frequentemente efectivamente rir os meus secretários contra todo, quando no meu trabalho mim devidos redigir numerosas páginas de orçamentos.

Durante qualquer este período, as minhas experiências “navais” tinham sido bom comboio. Após “um submarino” caprichoso, tinha passado “à embarcação à vapor”. Eram bem sumários, mas conduziam-me progressivamente à compreensão das suas fraquezas e sobretudo os sonhos grandes voiliers.

No labirinto das minhas ocupações, lá tinha uma que tivesse esquecido um tanto, era a ajuda que prestávamos aos nossos pais sobre os estaleiros.

Também surpreendente que aquilo possa parecer, certamente não disse “o meu pai”, mas “os meus pais”. Durante os primeiros anos de actividade, tinha tomado um aprendiz para ajudar-o, seguidamente rapidamente ao passar a ser a oferta demasiado grande, ele tinha devido contratar um, seguidamente dois trabalhadores para fazer face ao pedido. Uma feliz progressão teria podido ser encarada, mas o fenómeno de não pago tinha crescido nas mesmas proporções, multiplicando lá os problemas. Então tinha sido necessário de regular o que não esperava, os salários, as despesas, os impostos, as facturas…

A progressão tinha durado sete anos e as majorações iam cair. Iam cair como o cutelo da guilhotina, mas à velocidade à qual toca o dobre. Ia pôr tempo a descer este cutelo, mas enquanto que são movimento foi começado, impassivelmente marcou o início de uma longa agonia.

Maman que tivesse perdido nada seu combativité de juventude, ia assim investir-se durante numerosos anos sobre os estaleiros de electricidade ou encanamento ao lado papa, para substituir o trabalhador tornado demasiado caro. Jean Claude e mim, investimos igualmente à tarefa. O meu irmão de dois anos meu aîné, era tão mais eficaz, e da mesma maneira que maman fazia antes as perfurações de muro, as selagens ou outras coisas deste tipo. Mim, frequentemente como um jogo, punha as tomadas de corrente e os interruptores. Cada um fazia o que era ao seu nível. Colette que tivesse recebido o seu certificado de estudos primeiro do cantão, frequentava cursos por correspondência com o propósito de BEPC (diploma de segundo grau) e os clientes paralelamente recebia à loja. Cada um havia que podia para salvar a embarcação.

Em outro tipo de actividade diária, tínhamos igualmente a visita à firme vizinha para lá quérir o leite. De acordo com o humor do momento, era quer o passeio, quer o trabalho penoso. Só uma coisa continuava a ser sempre igual contudo, era cueillette dos dentes-de-leão ou o corte da erva aos coelhos, aquilo, continuava também fastidioso independentemente do dia. Jardinage, não era mais não meu extremamente no jardim dos pais. O meu que não devia exceder cinco à seis metros quadrados, era mais que diverte e sobretudo menos cansando. Ao Outono, para proteger salades de inverno combinamos igualmente coletar folhas morridas nas madeiras vizinhas. Esta nobre tarefa, não ia contudo permanecer para nós um assunto muito glorioso. Rapidamente tinha-se tornado para Jean-Claude e mim, uma ocasião de queda. Devia ter onze anos, posso ser doze, por último qual: Éramos já homens! Como papa fumava, decidimos fumar igualmente. Foi também rápido que aquilo empreender, mas muito mais difícil fornecer-se em cigarros.

Dizia-voso há algumas linhas, maman trabalhava sobre os estaleiros. Deste facto, quando éramos ambos os à casa, servíamos frequentemente cada um a nossa volta à loja. Obviamente, devíamos para aquilo tornar-nos a moeda, então quando a quinta-feira chegava, peça por peça, subtilisions na caixa. Não era necessário haver demasiado rapidamente, porque a caixa nunca bem era preenchida e sottise rapidamente ter-se-ia descoberto, mas eram “persévérants” em nosso fourberie, havia frequentemente no mesmo dia. Várias vezes fizemos assim, até ao dia em que, não sei mais que do dois, querido fazer um fogo de artifício coxeia de fósforos ainda quase cheia, e fez-se grelhar as sobrancelhas embrasement único aquilo produziu. Metemo-nos então numa mentira não possível, do estilo ter encontrado esta caixa de fósforo ainda cheia. Penso que ninguém nunca verdadeiramente deveu-se, mas os nossos pais fizeram semblante nós crer, que considera-nos suficientemente punidos por nós, antes único de agravar a situação ao extremo.

Oposto que inflamávamos os fósforos, papa apagávamos o fogo. Com efeito, desde a nossa chegada na aldeia, tinha-se tornado bombeiro benévolo. De vez em quando, assistíamos ao treino da equipa o Domingo manhã, mas tão às vezes quando crescemos ligeiramente, deslizamo-nos no automóvel aquando de partidas sobre lugares de incêndios de chaminé. É assim que assistimos uma noite de trovoada, à devastação um toda uma corpo de exploração agrícola, do qual guardo uma grande noção de perigo que o fogo representa, sem, no entanto, temê-lo.

Cada ano, como muitas associações fazem-no, este amigável sapeurs bombeiros, organizava alguns bailes, e mais particularmente uma pequena representação teatral, da mesma maneira que as escolas para a diminuição dos preços e o Sr. curé para Natal. Havia igualmente as festas comunais vizinhas, comices agrícolas, e uma importante necessidade sonorisation tinha-se feito muito rapidamente de sentir. Além do que as suas diversas actividades artesanais, papa por conseguinte tinha apreendido esta oportunidade de mercado e tinha-se construído toda uma material sono completo: Amplificador, recintos, micros, cabos de ligação, discos 78 voltas,… etc. Para os anos 50 oito, sonorizou mesmo uma orquestra que seguimos cada semana. Pensa efectivamente que gostávamos deaquilo excesso todo. Tornávamo-nos úteis a desenrolar os cabos, de descer do automóvel o pesado material de amplificação… Devíamos efectivamente justificar-nos a nossa presença. É verdadeiro que era sem dúvida pesado este material, parce que, os nossos braços não eram muito fortes, mas também porque todo miniaturisé como agora. Nestas circunstâncias papa fazia igualmente o apresentador, nós, brincávamos com as crianças, mas também a noite, dançávamos ao som do baile musette. Às vezes quando o ambiente era bom e que flonflons duravam mais ligeiramente que geralmente, dormíamos no automóvel ou sobre um banco, sobretudo mim o pequeno último.

Estávamos felizes de todas as saídas que muitos outro tinham e mim não quer dizer apenas por meu lado, não provava uma ligeira impressão de superioridade.

Estávamos às vezes duplamente felizes quando nós chegava este aubaine, que valse final, os nossos pais propõem-nos esta surpresa inesperada que parta directamente sobre as costas normandas para coletar cascos. Estes dias lá, ou mais exactamente estas pequenas manhãs lá, posso assegurá-los que não havia preguiçoso para arranjar o material de sono. O Domingo estávamos bem certos muito em forma, mas a segunda-feira, ainda que às vezes tínhamos de bem pequenos olhos para ir em classe, nenhum tinha-se pena de nem deixava-o transparecer.

Uma vez os meus problemas de ortografia regulados, a minha escolaridade redevint normal e sem problema essencial. Para Jean-Claude, estava bem mesmo dado que tivesse feito contabilizar quase idêntico ao Colette, e tinha chegado segundo do cantão ao seu certificado de estudos. Da mesma maneira que ela de resto ia começar os cursos por correspondência à reentrada de acordo com o seu exame.

À cada dia é suficiente a sua penalidade, mim, mim não era único meu communion solene.

Mim ter não a possibilidade de fazer a minha reforma communion com este corajoso curé, dos quais já falamos muito. Tinha sido demasiado directo com a classe bourgeoise da aldeia para ser apreciado de todos. É assim! É frequentemente difícil agradar muito para o que quer permanecer na verdade. Então tinha feito a triste experiência. Mim ter por conseguinte para a minha reforma communion, um jovem Abbot bastante agradável, conduzido curé pequeno, ao nariz esgarçado e as palavras que fustigam. Extremamente felizmente, não foi uma preocupação essencial para mim. Fiz com efeito meu communion com fé e verdade frente Deus e foi bem lá para mim o principal. Não era certamente désintéressé dos tradicionais presentes, não mais que da refeição e de família que cercava-nos, mas a minha melhor lembrança deste momento permanece sincérité com as quais avancei-me este dia lá para o altar.

Caminho fazendo, o ano seguinte, continuei ir regularmente à missa. Se não pudesse ir à de dez horas trinta, ia à de nove horas. Frequentemente mesmo, tomava a minha bicicleta que não me deixava nunca, excepto para enfiar os meus patins à rodízio, e ia à missa em um das aldeias vizinhas. Em um deles, muito velho curé que tivesse considerado para a sua gentileza, lá officiait ainda.

É verdadeiro que para o coração de uma criança, é importante encontrar no homem de Deus, o Amor Christ.

Este ano lá, passei por conseguinte a minha vida espirituala, um Domingo numa igreja, um Domingo em outra, e da mesma maneira que Colette e Jean Claude tinha-o feito antes demim, aos meus treze anos renovei esta tomada de posição frente Deus, que é comunhão solene.

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