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A FRANÇA E DEUS

CAPÍTULO I


Porque Deus é “o Eterno mim é”, O Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, conhece a partir do início as razões das nossas desgraças, é por isso que onde nosso péché abunda, a sua Graça transborda!



Eu estava mais mau que outros?



Da mesma maneira que o de ontem, o mundo de hoje procura construir-se um universo no qual a felicidade é à imagem do seu bem, a imagem por conseguinte “do Deus” que se construiu nele. Que chama-se Deus, dinheiro, sexualidade ou qualquer outra coisa, é o primeiro lugar que este “Deus” ocupa no coração do homem que vai condicionar este último.

Nas religiões assim como a política, não há nada e o mundo entrerasga-se para alegar às vezes as opiniões de alguns, ao risco apenas dos milhões sofrem graves sevícias e frequentemente não morrem. 

Durante o tempo que passaremos juntos, tentaremos compreender porque as tanto pessoas sobre a terra afirmam agir em nome de Deus e fazem-se tão frequentemente a guerra. Numerosas são com efeito as guerras verbais desconhecidas de todos, estaria apenas no mais pequena das nossas sociedades que é o casal. Não o chamamos necessariamente guerras, mas geralmente conflitos.

É curioso constatar qual ponto estes conflitos sempre são condenados pela maioria entre, enquanto que são a base mesmo da construção psicológica individual à qual damos assim facilmente razão. É com efeito do conflito que nasce subconscient que fixa o nosso entendimento e os nossos limites a partir da nossa mais terna infância. Dirão enquanto que as guerras são boas e necessárias, que tyrannie certo é justo porque indispensável à progressão e a humildade dos outro?

Deus não nos deu em Jésus Cristo um exemplo de tirano, mas pelo contrário a de um Rei humilde, unido à felicidade cada um. Succomba nunca na frente adversité e tentation de comportar-se à imagem de um simples humano condicionado pelas seus desejo e suas paixões. É por conseguinte surpreendente constatar quantos homens e de nações ao longo dos séculos, comportaram-se e comportam-se ainda ao oposto do modelo que deixou-nos, muito afirmando em agir no seu nome. O que era então? O que é hoje? O que será amanhã?

A raça humana que se encontra ser conduzida ainda hoje, por uma lógica na qual encontra-se mais elaborada que educados, poderá a paz realmente encontrar sem Deus? A União-Soviético foi a perfeita demonstração das possibilidades de um povo conduzido por uma doutrina humana que tem rejeitado inteiramente Deus, cuja experiência trouxe infelizmente apenas dépravation físico e moral, como foi de controlo. Somos todos os ligamentos de uma cadeia que escreve a história da humanidade. Qual será o comprimento amanhã? Continuará? Parar-se-á? Esta cadeia guiada por uma lógica concebida para gerir conflitos menores procedentes das profundidades da noite dos tempos, continuará governar indefinidamente este mundo moderno onde as tecnologias não são mais de dimensão humana?

Um bom número entre nós incomoda-se apenas extremamente pouco, porque mais preocupados pela sua evolução imediata que pela evolução do homem. Não seriam no entanto à véspera de uma perturbação indispensável do nosso guia do comportamento, sem o qual pior deve temer-se?

Vamos por conseguinte tentar juntos, de fazer as aproximações psicológicas e espiritualas dos nossos motores de condução, com o objectivo melhor de compreender-se nós, e melhor compreender a vontade de Deus para a humanidade e a política que conduz-o. Faremos para aquilo rápida uma síntese histórica deo que canaliza ainda hoje a nossa memória colectiva, que confundimos frequentemente com a vontade de Deus. De todos os políticos de direita ou de esquerda, lá tem de resto o melhor que .a.outro? São mais maus que outros? Por meu lado: Era realmente mais mau que outros? Ou era simplesmente um homem?

Estas perguntas não são formuladas num objectivo de comparação a saber se é melhor ou pior que alguns, mas para que ninguém não faça real introspection neste sentido e não se condena. Há nestas interrogações um postulou que mim ter muito tempo algumas dificuldades para perceber, tanto é fundamental não condenar alguma pessoa que seja, mas os seus actos. Que que fizemos, “somos todos os da mesma natureza”, uma natureza humana feita à imagem de Deus. Se julgamos e condenamos o homem e não os seus actos nós julgamos a sua natureza, e é por isso que pronunciamo-nos contra nós. É assim que podemos ir até a dar à morte conscientemente à alguém que deu-o eventualmente por motivos inconscientes, sob pretexto que a lei dá-nos razão. Penso lá que qualquer lei que prescreve a pena de morte seria justa, se o texto de esta terminasse-se “mas esta penalidade não for aplicado, porque ainda que podemos ter o ódio dos actos cometidos o ou esta que merece-o, deo gostamos demasiado para permitir à todo aquele que retirar-lhe a vida, a sua penalidade por conseguinte será comutada… ”.  Reencontramos de resto esta conclusão no cumprimento da lei divina em Jésus Cristo. Deus não nos comunicou a sua lei perfeita com o objectivo de dar-nos o direito de eliminar o ou à que estêve no erro e levou lá uma falta à outro. Transmitiu-nos -o pelo contrário para trazer cada um a chave das dificuldades que reproduz sem estar a compreender-o, e pôr à sua disposição o meio para remediar. É grande em certa medida psychothérapeute universal, por que cada um pode aceder ao melhor. Este melhor, dispomos através do repentance dos nossos actos imperfeitos, porque conduzidos por motivos impurs, que incitam-nos reproduzir perpetuamente as mesmas faltas em muitos domínios, por assimilação a um contexto conhecido.

No que me diz respeito, os meus actos todos não me teriam condenado à pena de morte na frente da lei de Deus, mas outros ter-o-iam merecido cem vezes. Não sou contudo pior que .o.outro! Nasci numa família católica ligeiramente compartilhada entre a fé e certas feridas do passado, mas mim recebidos contudo este ensino a partir da minha juventude. Para novo, dez, ver onze anos, mim ter por duas ou três retomas, o coração transportado de impulso para Deus, mas após a renovação meu communion solene, afastei-me muito rapidamente contudo da fé. A estreia das causas, bem banal em própria, foi o comportamento de um homem de Deus “não pior que .a.outra”, mas sem dúvida inábil. A ferida produzida, acentuada provavelmente pelos meu orgulho e meus próprios erros, ia começar criar nmim este afastamento de Deus.

À dez sete anos, contava mais já bem com eu mesmo em todas as circunstâncias, que em Deus às quais cria cada vez menos. Era compartilhada entre as minhas paixões para as corridas ciclistas, e o trabalho ao posto no qual tivesse entrado fortuitamente. À vinte anos, ocupava ainda muitos fins de semana à competicão, mas tinha o meu próprio veículo desde dois anos, e os meus fervores evoluiam para outros desportos. Alguns meses antes dos meus vinte e uns anos, a maioria da época, estive de resto sobre o ponto de fazer a competicão automóvel formulo três. Sonhava realmente? Simplesmente era deslumbrada pela notoriedade que este desporto podia trazer? Saberia hoje afirmar-o em nada. Uma coisa é certa, falta de uma autorização parental, fez nunca fórmula três.

Ao fio dos anos, Deus desaparecia cada vez mais dos meus pensamentos, e se permanecesse-me ainda algumas suspeitas, o meu orgulho era demasiado grande de modo que deixasse transparecer a mais mínima aparência. Em folle esperança de uma carreira desportiva gloriosa, tinha abandonado de imprudentemente o meu trabalho em proveito das minhas ilusões, e que não possuem actualmente único um banal nível de terceiro trabalhado por correspondência, a armadilha tinha-se fechado novamente sobre mim. O meu futuro, até lá qualquer traçado ao Correios, era-se parar com meu intrépidité. Tornei-me então útil em qualquer que mim pus realizar, mas apesar da ajuda da minha família que não me abandonou, atravessei várias semanas muito penosas de ociosidade moral.

O minha vinte e uns anos não eram contudo ainda terminados, que já o meu objectivo desenhou-se. Não era enquanto que o todo início do ANPE e o FPA (Formação Profissional para Adultos), mas um que tem-se conduzido para o outro, observei então a possibilidade de uma fileira que efectuar-me -ia um nível de desenhista desenhista em mecânica geral, se perseverasse suficientemente. Conhecia-me das capacidades na matéria, a minha convicção foi por conseguinte grande: “multiplicarei os meus esforços e pagar-me -ei eu mesmo que a possibilidade não me tivesse atribuído! Serei desenhista desenhista para ter os meios para passar a ser: Piloto! "

Mim vividos então este ideal como uma empresa pessoal, um objectivo que fixei-me, mas sei também que houve naquilo uma fé que Deus deu-me. O meu andamento não foi também certamente rectiligne que terei podido imaginar-o em primeiro lugar, mas por os meus vinte e seis anos, e apesar de certos inconstances, obtive um diploma que equivale à barca mais dois cerca de. Três anos iam ainda escoar-se antes que não fizesse os meus inícios “de piloto”. A fórmula amador era bem irrisória em relatório das minhas esperanças, mas dez anos que duram ia praticar uma disciplina do desporto automóvel chamado AutoCross, ao grande desespero da minha esposa.

Certamente não tinha tido êxito de atingir solteiro, o cabo dos meus vinte e dois anos. Então tinha-me casado na frente do Sr. presidente da câmara municipal, e mais perfeita na hipocrisia: Na frente de Sr. curé. Tínhamos tido desde então dois pequenos rapazes formidáveis, aos quais não ia nunca verdadeiramente dominar a arte de comunicar-lhes. Tinha aprendido a bater-me, e porque assimilava-o demasiado ligeiramente à eu mesmo, era para eles que era demasiado frequentemente para mim. Era excessivo em todo!

Numa vida excessiva de actividade, as minhas suposições da existência de Deus à penalidade tinham subsistido um tempo, antes de desaparecer. Deus permitia-me compreender eis vários anos, que o pouco de bom sentido que tivesse conservado da minha infância, era-se totalmente desmaia a partir do meu primeiro adultèrio. O equilíbrio que terei podido receber pela sabedoria que dá à o que lhe interroga- -o, não corria o risco de ser-me atribuído e as minhas presunções eram grandes. Deus tinha-se tornado para mim um hérésie humano, e único évocation da palavra “ Deus “fazia montar a cólera nmim. Estava de acordo com as minhas explicações “apenas uma imaginação insalubre de fracos que teme a morte, um machination pior ainda deos que querem fazer respeitar as suas regras e apenas os deles, mas não têm nenhum respeito para outro; nenhum respeito perante o sofrimento humano, ao qual impõem as suas regras desprovidas de amor e sensualité “. Teria querido por meu lado, levar por exemplo socorros todos os e o que falta de água no deserto, antes que fazer destas tarefas um problema de dinheiro.

As minhas paixões eram no entanto tais, que conduziam-me à excessos às vezes bem puérils, ver que desonram, sem que aquilo permitisse-me fazer uma aproximação entre o mau comportamento que denunciava os os outros e meu próprio ingratitude para com outro. Paralelamente, naturalmente tinha-me tornado mais além disso rebelle à qualquer forma de autoridade humana ou divina, que contestava frequentemente sarcasmes.

Os meus objectivos de diploma atingidos, o azar do mercado do emprego conduziu-me progressivamente um emprego de técnico em equipamentos agroalimentares e farmacêuticos. Esta função bem  banal em própria ia trazer-me experiências humanas, das quais um na Rússia do antigo regime, que se revela hoje ser o fenómeno que desencadeia da nossa reflexão, e o assunto do nosso próximo capítulo.

Ascendia progressivamente para uma posição social mais que invejável para muito, e considerava-me um pai se não perfeito, mas acima a média. Trazia, parecia-me, um máximo de distracções e bem-estar à minha família: Tínhamos camping-autocarro, os feriados de verão, os desportos de inverno, os fins de semana aos autocross, os presentes… Tão a minha presença, naturalmente não falam.

Corria após o sucesso social, assim como muito faço-o, sem estar a dar-me conta, que a chave da felicidade não é lá. Abordava no entanto frequentemente o assunto, mas o sentido profundo escapava-me. Procurava “a felicidade” para o eu mesmo e para os meus como mim parecia bom trazer-o, mas confundindo o amor com que chamo hoje, as boas ideias “sessenta huitardes” para ser-me casadas em Junho de 1.968, cada vez que quase terei crido de tê-lo, qualquer desmoronava.

, Tinha sido bem présomptueux e insensato considerar que a boa vontade e o sacrifício humano, podia substituir o amor. Era-me assim deixar dobrar casar com uma jovem rapariga charmante de que não gostava. Confundia realmente matérialisme e felicidade, o que ia conduzir-nos entrerasgar-se durante dezassete anos. Dezassete anos durante os quais não combinamos nem um nem o outro aceitar ferir as nossas crianças por um divórcio, enquanto que à cada desacordo esta palavra era marcada.

Qual hérésie, eles era já que morre, e nós não queria ferir-o. Apôtre Paul em épître aos romanos, diz-nos a este respeito: “mas mim é charnel, vendido péché. Porque que mim realizados, ele não compreendo . Que quero, não o pratico, mas que deio, aí está que faço. ” Não o citaremos sempre, mas este escrito será a base de muitas nossas reflexões. Era com efeito o reflexo deste texto, porque teria querido fazer o bem para as minhas crianças e a minha esposa, mas péché que efectuava-me era muito o mais extremamente possível. 

Numa conjuntura económica bem difícil, a minha progressão social continuava contudo evoluir. Condicionado por diversos  circunstâncias, uma curta experiência ia de resto ser-me muito vantajosas. Do empregado que sempre tivesse sido, ia criar a minha própria sociedade ensemblier engenharia em instalações agroalimentares, com para parceiros alguns industriais amigos. Era habituada aos excessos em todos os tipos, mas profissionalmente ia pôr por acréscimo bouchées duplos. Por conseguinte quase foi forçado e forçado que uma noite de Fevereiro, com diversos amigos, deixei-me arrastar a um baile mascarado.

Deeste ia nascer a minha nova vida, chamava-se “Marie-Claude”. Passar-vos -ei obviamente os detalhes, mas duas semanas atrasado, por último que têm tomado consciência ao seu contacto da motivação insuspeita que conduzia-me aos diversos incartades desportivos, e amoureuses, as coisas iam rapidamente evoluir. Sem serem verdadeiramente consciente, procurava a reciprocidade do amor de uma mulher, sem, no entanto, aceitar ferir nem a com a qual então era casada, nem as minhas crianças.

O idylle entre “Marie-Claude” e mim tinha durado uma pequena semana, mas o tempo de um fim de semana à neve, deixamo-nos, resolvidos os dois de não manter uma relação ambígua de amantes. Ao primeiro grão de areia seguinte, o conflito veio contudo varrer “um casamento”, que nunca tivesse estado mim apenas “um sacrifício”. Aceitei deixar o navio que o mar de resto talvez nunca tivesse tomado, tanto durante estes dezassete anos ela tivesse sido houleuse. A contar deeste momento, ainda que um longo caminho permanecia percorrer, para oficializar o desejo do meu coração, a minha esposa não ia mais chamar-se único Marie-Claude.

Uma página girava-se para mim, mas igualmente para os que tivesse ferido infelizmente. É por isso que quero continuar a ser moderado, no entusiasmo da minha nova vida, tanto mim compreendo sem, no entanto, poder medi-lo, supplice que aquilo infligiu à minha exesposa e as minhas próprias crianças. Não teria por nada ao mundo querido fazer-o sofrer, mas os meus limites eram apenas humanos, e como muito humano, mesmo de boa vontade, era apenas um humano. Não era neste caso a mais má solução, antes que, conduzido por demasiados pesado excesso “de boa vontade”, mim um dia seja provocado à atitudes inumanas tal que podem o alimento certo infelizes forcenés?

Parce que conhecem apenas a violência em resposta à sua incompreensão e a sua desgraça, são conduzidos ao irreparáveis, e excedidos os limites do humanos para dar-se a morte seguidamente.

Ao oposto destas catástrofes, Marie-Claude e mim viviam o inesperado. Que tínhamos os dois procurados no cônjuge, encontrávamo-lo no outro. Éramos cada noite, a refazer o mundo de acordo com nós. Um mundo no qual as pessoas seriam atentos e agradáveis para com os outros, um mundo no qual os habitantes do deserto não teriam mais soif porque teríamos ido de instalar-lhes bombas, um mundo no qual mesmo nos países mais recuados, as crianças morreriam mais nem soif, nem fome, nem frio, nem doenças, tendo em conta apenas nós teriam ido de socorrer-o.

Todo estava como demasiado maravilhosos, porque muito rapidamente as coisas iam estragar-se lado sociedade. A conjuntura social era então morose e apesar de alguns bons sucessos técnicos, menos de dois anos atrasado, o tribunal de comércio declarava-me em cessação de actividade.

Ao dia seguinte deste julgamento, enquanto que abasourdi, começava classificar definitivamente todos os documentos, uma chamada telefónica trazia-me a encomenda que teria salvo a empresa a véspera ainda. Com o apoio logístico de parceiros industriais, tratei contudo este mercado em tanto como coordenador. Completação desfavorecida financeiramente, comecei então adaptar-se de situações bem paradoxais. Desfilava de dia em fato gravata e reuniões de negócios, enquanto que a noite deslocava-me em autoparagem à boa vontade dos motoristas rodoviários, que alimenta-se de algumas maçãs de milho colhidas nos campos. Considerava sempre que a vida era ser activa, ver sobreactivo, mas não dizia mais como assim frequentemente tivesse-o repetido, “mim não tenho nada a fazer de morrer à quarenta anos, porque terei feito muito mais único muitos do vinte”. No fogo da acção, tinha-o excedido.

Apesar todas as de provas, permanecia ao nosso novo casal a vida, o amor, a esperança. Esta esperança ia então chamar-se “a Venezuela”. A supervisão da montagem de uma fábrica tinha-me conduzido para a Colômbia alguns anos anteriormente, e tinha retornado completamente “embalado” pela América Latina; tínhamos um amigo venezuelano que encarava uma colaboração com Marie-Claude no meio hospitalar; tinha um parceiro industrial que dispunha de uma sucursal ali da qual queria diversificar a produção; partimos por conseguinte em viagem preliminar e retornamos loucos de esperança. Nos meses que seguiram, décanta nada no entanto neste sentido.

Quando dizia-vos eis algumas linhas, quantos afinidaoes descobriam-nos -me reciprocamente Marie-Claude e, tinha omitido voluntariamente precisar-vos “um detalhe”. Em évocation das nossas ideologias, tínhamos falado certamente spiritualité, porque que tem lido alguns livros a este respeito, mim críamo-nos judiciosamente inspirados. O principal no entanto nunca tinha sido abordado entre nós: Deus! Jésus! Teria de resto é suficiente que este tema seja evocado aquando do nosso encontro, de modo que fujisse imediatamente e nunca este hérétique retrogradar. E no entanto, Deus, já quase tinha-nos recuperado. Deveria de resto dizer, “tinha-me” antes que “tinha-nos”, porque coisa que ignorava felizmente, desde a sua infância Marie-Claude sempre tinha solicitado Jésus à maneira como sua avó tivesse-lhe o ensinado.

A minha a minha avó, por último uma do dois, por sofrimento da perda de uma criança e muitas confusões, tinha deslizado progressivamente para uma forma de occultisme, o que tivesse-me conduzido de crer ao mal. “O mal”, a verdade, espiritual, que conduz ao mal todas as em dimensões e cujos reparlerons no capítulo “a carne, a guerra”. Na multidão das minhas presunções ligadas à nossa “evolução”, cria-me naturalmente capaz de opôr-se pela minha própria força, minha própria vontade. O bem em Deus, em Jésus Cristo, único hérésie e mentira…

Marie-Claude solicitava por conseguinte, e solicitava apenas Jésus Cristo, mas não era convencido muito que podia a nós propôr-se e sobretudo responder-nos. Era convencida certamente da existência do mal como tal, mas qualquer podia colocá-lo a nível espiritual representava para ela apenas delírio mystique, como tivesse recebido o ensino a escola de enfermeira. Inútil dizer-vos, que entre nós o fosso era por conseguinte muito grande, mas muito larga que era, não era demasiado provavelmente profundo. As nossas dificuldades de sobrevivência certamente já tinham preenchido a maior parte.

Às misérias profissionais e financeiras, tinha vindo de transplantar-se a da doença, como um obstáculo venenoso à felicidade conjugal nascente. Ao fio das semanas e os meses, o conjunto ia contudo criar entre nós um denominador comum, que ia aproximar-nos um do outro, mas sobretudo Deus.

Continuava a ser sempre também convencido que Deus não existia, mas o ironisais mais apenas à imagem alguns boutades oratoires de que continuava gostar contra todo. Gostava particularmente de fazê-lo com Nathalie, uma amiga que encontrávamos frequentemente nessa época, e que se avançava recentemente numa conversão cristã sincera. Passava de boa vontade horas importunar-o sobre este assunto, ainda que catéchisme que tinha no entanto studieusement aprendido, permanecia-me apenas poucas coisas. Um dos raros textos bíblicos que subsistia na minha memória, era os casamentos de Canã, onde Jésus alterou a água em vinho.

Os líquidos alimentares, não se fazia-me -o, era o meu domínio! Apreciava naquilo pôr as minhas experiências adiante, o que deixava um bom número pantois. Debitava então cada vez meus sempiternelles élucubrations que os meus interlocutores ouviam, até a fazer frequentemente vaciller a sua fé: “Jésus era extraterrestre vindo antes da sua hora! O dia dos casamentos, antes que o vinho falta, tinha posto empoa de perlinpinpin no fundo jarres, e quando os empregados tinham vindo de trazer-lhe o problema, tinha-lhes dito em grande senhor: Ponham a água interior e a água tinha-se transformado em vinho! Estes pobres miseráveis da época havia apenas o azul. ” E aí está! Qualquer minha ciência era desenvolvida!

Enervava-me um tanto bem este pequeno jovem, com os seus vinte e dois vinte e três anos, e os seus minauderies de uma outra idade, mas como além disso chegava frequentemente a fazer-o calar, mû por um malin prazer, continuava que combatesse enfantillages  em os quais ela tivesse-se feito de prender.

Se é honesto eles começasse bem no entanto abalar um tanto as minhas teorias estes ditos enfantillages, porque em alguns momentos de solidão, perante as minhas dificuldades que assimilava de boa vontade ao resultado de algumas práticas occultes ao nosso respeito, reexamino-me réciter algum “Nosso Pai” e “cumprimento-vos Marie”. É necessário dizer que Marie, a mãe de Jésus, por assimilação aos mais seus fios extraterrestre, era ao meu sentido ela também “martienne”. Não se tratava de resto lá, simples palavras de contestação ou de taquineries, mas pelo contrário de uma convicção quase inébranlable saída das minhas leituras “muito espiritualas” e não o meu ensino básico.

Um dia contudo, várias semanas após o nosso regresso da Venezuela, enquanto que as minhas esperanças de uma estrutura francovenezuelana esbatiam-se, mim acima, sim mim “acima” que três semanas atrasado, tal dia, passar-se-ia algo que: “perturbaria a minha vida”. Não me interrogam como mim acima? Mim o acima!

Alguns dias passaram, talvez uma semana, quando pequeno Nathalie convidou-nos -me Marie-Claude e à uma reunião “dos Homens de Negócio do Cheio Evangelho”. Era como por azar, o mesmo dia que o que “sabia”??? “Tem é esquisito”  diz-se? E permaneci lá!

A coisa tinha-me interpelado fortemente, mas continuei o meu homenzinho de caminho, eventual no encontro de qualquer benfeitor.

A véspera deste famoso dia, Nathalie fez-nos uma visita na noite, e como frequentemente permaneceu jantar. A refeição terminada, instalamo-nos tagarelar na feira e a nossa conversação retornou muito naturalmente sobre o mesmo assunto: Deus!

Não me deixei sempre contar! Meia-noite, uma hora, duas horas da manhã, o tempo passava rapidamente, quando Nathalie testemunhou-nos de um milagre do qual tivesse sido de controlo ou que outros tivessem-lhe trazido, mim não sabe mais. No impulso da nossa conversação, ele concedi bem de boa vontade muito tão facilmente que atribuímos um boutade, um grande “Ah, Ah, Ah, de um Deus como aquilo, mim bem queremos”. Nós não paramos contudo sobre este “miudamente detalhe”, embora inconscientemente interpele-me provavelmente.

Três horas aproximavam, quando de repente, fora de qualquer propósito devidos à conversação, surpreendidos nunca não ter realizado previamente tal evidência, descobri em eu mesmo com admiração uma dimensão único mim nunca tivesse detectado na minha interpretação bouffonne dos casamentos de Canã: “Se Jésus fosse extraterrestre haja dois mil anos, era, há dois mil anos, que não era ainda eu mesmo. E por dedução directa, quanto mais forte razão devia então crê-lo, dado que conhecia já nessa época, à que era-me ainda desconhecido este dia lá”.

Penso que para a maioria entre vocês o mesmo. Para mim, não alterou nada, não continuo astronauta, indo à dianteira de civilizações extraterrestres. Verdade e espontânea como sempre tivesse-o sido, mas numa dimensão meramente intelectual, como temos todos os créditos a descoberto um dia q' um e um fazemos dois, mais maior em admiração exclamei-me então: “Mas sim! Tens razão… Pouco importa que pôde ser Jesus, que foi um homem ou extraterrestre, importante é seguir os seus preceitos! »

Era as três da manhã, e ainda que provavelmente um tanto cansávamo-nos, não havia nada de excepcional naquilo que me permitia esperar-me qualquer reacção pessoal, assim não uma boa rigolade cada um. Ia no entanto, emporté de admiração em admiração! Não tinha terminado mesmo a minha frase, quando um chuveiro de felicidade invade-me um ponto que fui tomada de rir e de chorados ao mesmo tempo. Não sabia mais onde era, mim tinha desejo de abraçar todos. Também não era um sonho, porque a minha imensa alegria era bem real, mas era que não podia préméditer não o conhecendo, e penso nunca não se propondo falar de antemão…

Era que alguns chamam “ser tocado pela Graça de Deus”, e outros, ligeiramente mais bibliquement dizem receber “o baptismo do Santo-Espírito”, ou ainda “nascer outra vez”. Se os meus parentes não tivessem sabido que tivesse bebido, teriam podido crer, que era preenchida de vinho suave, como foi o caso de certos testemunhos da mesma manifestação ocorrida sobre apôtres e o seu ambiente, ao dia Pentecôte (ver Actos 2-13). De alterá-lo todo acabava de repente por mim.

Não vos digo que algumas horas atrasado e após um pequeno sono, vivo as coisas realmente diferentemente durante esta reunião “de homens de negócios” à qual Nathalie tivesse-nos convidado. Não se realizou nada que tivesse podido imaginar do tipo, “booff, talvez encontrará qualquer benfeitor”. O que ia perturbado a minha vida e que teria podido receber durante esta assembleia, acabava de recebê-lo mais cedo algumas horas, à três horas da manhã sentadas no meu sofá, mas certamente o mesmo dia que o que “sabia”.

Não vão crer que trata-se de uma nova doutrina. Todas as religiões de base cristã conhecem a conversação que teve Jésus Nicodème e que traz-nos apôtre Jean em (João 3-1/10) mas havia entre o Pharisiens um chefe dos judeus, nomeado Nicodème; veio de noite junto de Jésus e diz-lhe: Rabbi, sabemos que és um doutor vindo por parte de Deus; porque ninguém não pode fazer estes milagres que fazes, se Deus não é com ele.

Jésus respondeu-lhe: Em verdade, em verdade ele digo-o, se um homem nasce outra vez, ele não posso ver o reino de Deus.

Nicodème diz-lhe: Como homem pode nascer quando ele é um velho? Pode uma segunda vez entrar no seio da sua mãe e nascer?

Jésus respondeu-lhe: Em verdade, em verdade, ele digo-o, se um homem não nasce de água e Espírito, ele não posso entrar no reino de Deus. Nasceu carne é carne, e nasceu do Espírito é espírito. Te surpreendido não que disse-o: é necessário que nasça outra vez. O vento sopra onde quer, e entendes o barulho; mas não sabes onde vem nem onde ele vai. É assim de todo aquele que nasceu do Espírito.

Nicodème retomou a palavra: Como aquilo pode fazer-se?

Jésus respondeu-lhe: És o doutor do Israel, e não sabes aquilo! //

Não, Nicodème não podia conhecer aquilo, porque nenhuma religião possui-o em própria. Podemos certamente constatar o facto, e lá dizer conhecer, mas fazer-nos -o viver pessoalmente, Deus único pode-o e quer dá-lo à humanidade. É à humanidade, dizer sim às promessas de Jésus, mas também de de aceitar-nos retornar nas suas obras, na mesma atitude de coração que diz-nos a respeito do vento: “mas não sabes onde vem nem onde ele vai. É assim de todo aquele que nasceu do Espírito”.

Era por conseguinte mais mau? Ficou melhor? O nosso casal ficou mais santo, já que Marie-Claude viveu uma situação similar um mês após ? A nossa família ficou superior, tendo em conta que outros membros viveram-no igualmente?

Tinha e tínhamos muitas boas intenções de antemão, da mesma maneira que temos ainda hoje. São-se muito realizada? Não necessariamente, porque “o vento sopra onde quer”. É bem lá toda a dificuldade para deixar-se conduzir diariamente “pelo Vento de Deus”, sem estar a saber qual amanhã será feito. Quando Christophe Colomb tomado o mar à bordo seus voiliers, era de pode perto na mesma situação que éramos então, e somas ainda hoje, porque receber o Baptismo no Santo-Espírito, não é um fim para crer-se chegou, mas é: “Saber-se por último partido”. 

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