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A FRANÇA E DEUS

Continuidade do capítulo 4



As Revoluções



O conjunto das suas obras ia produzir o advento do comunismo numa Rússia tsars restante em desconcertante féodalité, até ao início do XXeme século, e gerar a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), uma das duas principais potências mundiais durante setenta anos.

Para os que terão lido pelo menos a descrição da sua obra em anexo, não pode subsistir nenhuma dúvida, que estes diferentes personagens não faltaram de paixão para o seu ideal. É contudo uma coisa que a vida pode saber, “qualquer paixão devora, esta e os, que cerca-o”. Por outras palavras, alguns deos que fui digo, “o fim justifica os meios “. Ainda que não temos a repôr em causa certos provérbios seus maximes, os preceitos que surgem não continuam de uma dimensão gloire de Deus. Podem trazer com efeito nas suas utilizações diárias uma relação na qual o valor do ser humano desaparece, e conduzem algumas hérésies da nossa história, a da humanidade.

Não é necessário concluir tanto quanto estes homens tivessem esquecido este valor essencial que deve-se ao ser humano, talvez era unido-se demasiado mesmo lá, como uma injustiça quase hereditária, uma injustiça de Deus se existisse ou pelo menos uma injustiça que deixava fazer. Número entre eles assimilou de resto este “Deus” à uma ideologia de fracos poltrons como fi-lo, mantidos neste raciocínio pela confusão entre a constatação de egoísmo de uma classe dominante, cúpida e manipuladora, que recomenda-se de Deus, enquanto que para estes filósofos Deus não existia. Era um hérésie ao qual era necessário remediar por qualquer boa vontade humana, inteligente e científica.

Que estes filósofos não sabiam por ter-o rejeitado demasiado precipitadamente, é que Deus dá a inteligência e clairvoyance à o que lhe interroga- -o, mas não à o que não crê neste Deus de Amor. O que crê possuir qualquer qualidade em ele mesmo, pela sua instrução ou pelas suas próprias análises da vida, recebe uma inteligência limitada ao homem, o espírito humano, e não o Espírito de Deus como vê-lo-emos ao fio dos próximos capítulos.

Através o resultado desta primeira revolução, transferem lá apenas galéjade da história. As algumas ementas vantagens adquiridas pelo povo, eram demasiado pouco diferentes de acordo com eles, do longo e irrisório caminho percorrido pelos Ingleses para que uma ou o outro dos métodos pudesse ser plausível a longo prazo. Idéalistes de uma igualdade social, chave para eles de todas as felicidades, as diversas situações da época tinham começado provar-lhes que a fonte de todas as misérias humanas chamava-se certamente: Deus!

Do período 1789 e seu contra - reacção, pelo Império seguidamente preenche da ironia para eles, uma nova monarquia, as suas análises iam bom comboio. Iam ainda mais marcar os últimos nascidos que antes da estabilização da redundância intelectual, um novo sismo ia confortar-o nas suas conclusões, e sobretudo trazer-lhes as convicções da necessidade de um outro tipo de acção para a aposta sobre pé do seu ideal.

Um conceito que talvez tivessem minimizado demasiado, no entanto tinha-se criado na memória colectiva dos franceses, “só a república era favorável ao povo “. Também este povo chegou à revolução de 1848, sempre efectuada pela burguesia, para instaurar o objecto das suas esperanças: “ a República “, e por acréscimo: “a Boa República”!

De boa, tinha talvez a ideia esta revolução de 1848, mas com respeito à república, o segundo, não ia demorar a comportar-se ligeiramente como a sua grande irmã aînée de 1792. O desemprego estava já extremamente presente, e o emprego dos desempregados ia fazer-se, como alguns quereriam vê-lo levados a efeito ainda hoje em dia, por empregos em tarefas de bem público, chamados então “os ateliers nacionais”.

A execução ia ser confiada à Marie como ministro das Obras públicas. Começou imediatamente recrutar largamente os desempregados parisienses, que fez enquadrar por jovens alunos da Escola central. Parece contudo que Marie vive nos ateliers nacionais assim concebida, não somente a vantagem de não atentar aos direitos do patronato privado, mas ainda o de subtrair um grande número de desempregados parisienses às seduções da rua, os clubes políticos e as manifestações socialistas. Reciprocamente, do lado socialista, percebeu-se muito cedo este tipo de operações e a orientação conservadora do governo.

A contraparte foi formulada por uma manifestação popular que veio exigir a criação de um ministério do Trabalho, ou seja a aposta explícita das reformas sociais à fila dos deveres do Estado. O governo tirou-se atribuindo-lhe muito menos: a criação de uma comissão formada de delegados operários que sentariam dignement ao Palácio do Luxemburgo (sede do Senado), nas poltronas das paridades da França, sob a presidência de Louis Blanc1 e de Albert2, e que estudariam os problemas sociais.

Certamente, Louis Branco permanecia membro deste executivo colectivo supremo que era o Governo provisório mas para além deque era minoritário, não tinha sempre departamento ministerial a gerir, por conseguinte nula tomada sobre uma porção de real. Ao Luxemburgo, estudou-se certamente os problemas, tornou-se algumas arbitragens úteis em conflitos sociais menores, e longa e publicamente expôs-se as diversas teorias socialistas do tempo, o que contribuiu muito para assustar bourgeois. Como escrever-o-á certamente Karl Marx dois anos após, com amargura, “tempo no Luxemburgo procurava-se a pedra philosophale, golpeava-se ao Hotel de Cidade a moeda que tinha cursos… ".

Isto era para que poderíamos chamar “a república conciliatrice”, ou seja entre Fevereiro e Maio de 1848.  Reversões de situações idênticas ao 17 de Julho de 1791, não iam contudo demorar.

A partir dos dias seguintes das eleições para instaurado da Assembleia nacional constituinte do 23 de Abril, as primeiras efusões de sangue iam ter lugar em Rouen, então devastada pela crise, e um desemprego total e maciço. O Comissário da República, Deschamps, que tivesse organizado ateliers nacionais para socorrer os trabalhadores, era popular entre eles, e era deos, raros, que inclinavam ao socialismo. A burguesia, cujo chefe de fila era procureur geral Sénard, republicano do matiz do Cidadão, (partido em oposição ao socialismo) era exasperado pelos impostos novos que serviam para cobrir a despesa dos ateliers nacionais evidentemente pouco produtivos, assim não como obra de caridade. A conta regulou-se aquando das eleições: Sénard e foram elegidos-lhos, Deschamps e os seus amigos batidos, os votos do conjunto do departamento que tem submergido facilmente os da cidade chef-lieu. O 26 de Abril, os resultados conhecidos, uma manifestação operária desenrolou-se na frente da câmara municipal.

Os trabalhadores queriam, como tem-o-se diz-se, contestar a saída do voto, ver impôr a nomeação de Deschamps? Ou, mais provavelmente, recordar as suas necessidades e protestar preventivamente contra a supressão dos ateliers nacionais (o seu único recurso), supressão que a vitória dos homens “de ordem” deixava prever?


1) Louis Branco, historiador e homem político franceses (Madrid 1811-Canes 1882). Ganho às ideias socialistas, contribuiu pelos seus escritos (História de dez anos, 1841-1844) para engrossar a oposição contra a monarquia de Julho. Membro do governo provisório, em Fevereiro de 1848, vive o seu projecto de ateliers encalhar, e dut se exiler após os dias de Junho. Retornado a França em 1870, foi deputado de extrema esquerda na Assembleia nacional.


2) Albert, trabalhador mecânico muito controverso, posto em posição subalterna no governo provisório, como para dar o câmbio à uma lista concorrente, numa maioria bourgeoise.


Foram afastados severamente pela guarda nacional, restante de composição bourgeoise. Os golpes confusos levados no empurrão, seguidamente cargo de cavalaria foram sentidos como uma provocação pelos trabalhadores, que, terminando então a sua manifestação central, refluíram nos seus bairros onde criaram barricadas. A noite e o dia seguinte, Sénard requererá o bando, e mesmo o canhão, e as barricadas foram varridas sem perda para as forças da ordem, mas ao preço de uma dezena de mortes trabalhadores.

A nossa atenção à este acontecimento não é também desproporcionada que parece: é importante em própria, não como diferença de opiniões entre grupos republicanos, mas como primeiro conflito sangrento, que quebrou sobre uma linha de luta de classes, a euforia da fraternidade nova, sobre a qual o povo tivesse-se mobilizado.

Tivesse tido lugar em Rouen em Abril, ia reproduzir-se em Junho deeste mesmo ano em Paris. A partir deesta primeira data, a liquidação dos ateliers nacionais tinha-se tornado a principal preocupação da maioria. Primeiro, porque queria terminar com as experiências sociais, mesmo perdidas, e tanto mais que custavam caro. Seguidamente, porque a sua função segundo de neutralização política brincava apenas cada vez menos: não se vive das aproximações operar-se entre trabalhadores dos ateliers e trabalhadores dos clubes socialistas? Não se entendeu também, alguns dos seus ajuntamentos, gritos “Vivo Napoléon! " ? Por último, terceira razão de temor, no ambiente de Lamartine 1 alguns avançaram a ideia audaciosa de vincular a pergunta dos ateliers nacionais à dos caminhos de ferro: teria-se utilizar esta mão-de-obra sobre os estaleiros caminhos de ferro interrompidos pela crise, mas que o Estado teria retomado à sua conta.


1) Lamartine: Alphonse de Prât de Lamartine (diga Lamartine) : poète, diplomata e homem político francês (Mâcon 1790/Paris 1869). Deputado oposto ao regime, publica em 1847 “uma História Girondins”. O 24 de Fevereiro de 1848, é ele que proclama a república ao Hotel de Cidade de Paris. Membro do governo provisório em 1848, na função de ministro dos Negócios estrangeiros, perde do seu carisma após “os dias de Junho”. Após um que coze malogro às eleições presidenciais, abandona a política e volta aos seus primeiros amores, a poesia. 


Detecta-se os méritos que encontrava poète à esta solução: humanidade (liquidar sem demasiado drama os ateliers) e progressisme económico (o grande trabalha de caminhos de ferro, para os quais tinha sentimentos quase Saint-Simoniens). Mas a maioria da Assembleia não queria de uma nacionalização, que ligeiramente sentiu demasiado o socialismo em detrimento da burguesia; talvez também não tinha a evitar o drama.

A ler certas declarações do tempo, certas Memórias ou Lembranças, os das quais de Karl Marx ou Henri Guillemin, pode-se também ter a impressão que o drama não somente não foi aceite, mas provocado: a dissolução dos ateliers, a revolta quase certa que seguir-se-ia e a repressão que viria à sua volta, permitiriam afastar definitivamente as ameaças da rua e o socialismo. É em todo caso o plano que se desenrolou. O jogo foi efectuado, ao nome da maioria da Assembleia da qual a direita monarchiste era a asa que anda, por uma comissão especial cujo relator foi o Conde de Falloux.

Do lado governamental, contou-se menos com a Comissão executiva que sobre os ministros, e nomeadamente sobre o novo ministro da Guerra, o general Cavaignac 1. Este personagem tornou-se então o homem do dia. Militar até à extremidade das unhas, ferozmente antisocialiste e amigo “da ordem “, teve sobre os outros generais a vantagem suplementar de ser claramente republicano, como fios de Convencional e irmão de um ardente militante dos anos 30. Ora, tendo em conta a composição da Assembleia, a república era uma caução cuja “ordem” podia ainda passar-se.

O 21 de Junho, a dissolução dos ateliers nacionais foi declarada, e foi deixada aos trabalhadores apenas a única faculdade de comprometer-se no exército ou de partir esclarecer Sologne pantanoso.


1) General Louis Eugène de Cavaignac (Paris 1802 - Ourne, 1857). Ministro da Guerra sob a segunda República, foi investido em Junho de 1848 de poderes dictatoriaux, que lhe permitiram esmagar a revolta operária, seguidamente foi nomeada chefe do poder executivo. Candidato à presidência da República, foi batido em Dezembro por Louis Napoléon, futuro Imperador Napoléon III.


O desespero dos trabalhadores, exprimiu-se primeiro do 22 por ajuntamentos e desfiles nas ruas, seguidamente o 23 pela erecção de barricadas. Uma dura batalha de três dias comprometeu-se então, ao longo da linha norte-sul que, a nível do Hotel de Cidade, separava a Paris bourgeois do oeste da Paris operária do leste. A guarda móvel, a guarda nacional dos bairros bourgeois, e sobretudo o exército entraram em acção, com uma lentidão talvez calculada.

Numa conversação privada trazida por Victor Hugo 1 nas suas Coisas vistas, Lamartine acusava claramente Cavaignac ter deixado engrossar o motim, como para poder dar à repressão mais amplitude. O 26, à meio-dia, a batalha era ganha, após pesadas perdas, mas, como sempre, desigualmente compartilhados, tanto quanto muitos insurgés tinham sido massacrados após o combate.


1) Victor Hugo: Grande romancier francês, Paridade da França (1802-1885) desenvolveu a sua obra numerosos em tipos. Conduzido por um ideal humanitário e visionnaire tentou geralmente exprimir através das suas obras um sentido político.

Do lado “da ordem”, onde tinha querido-se ver na revolta uma explosão de brigandage e de brutalidade, a boa consciência era perfeita, e atribuiu-se aos trabalhadores rebelles não somente a aposta à morte de dois generais, mas também a do arcebispo de Paris, Mgr Affre, golpeado ao curso de uma tentativa de mediação por uma bola tirada de uma casa faubourg por um desconhecido isolado.

Ainda que aquilo não tivesse faltado de confirmar “já compreendida” de Karl Marx e Engel, Saint-Simon e Hegel então que têm morrido desde vinte e cinco anos, para os que iam ser soberanos os pensadores da revolução de Outubro soviética, um bem maior farsa preparava-se ainda pela chegada das primeiras eleições presidenciais.

Para a maior parte dos partidários de uma constituição, o Washington francês podia ser apenas Cavaignac, mas Cavaignac era republicano, e mais maior parte das classes dirigentes ainda não tinha tomado o seu partido da república. A direita da Assembleia, que separa-se esta vez dos homens do Cidadão, constituiu-se num Comité e começou monopoliser a expressão de partido “da ordem”. Houve mais facilmente que nenhum das duas dinastias possíveis nessa época não oferecia candidato desejoso ou capaz de correr a possibilidade do sufrágio universal, e que a monarquia permanecia na ideia majoritária, a chave de abóbada necessária a um sistema conservador sério. O partido “da ordem” decidiu por conseguinte adoptar para candidato à presidência da República Louis Napoléon Bonaparte.

A sua carreira aventurier, as dívidas das quais estava coberto, a sua aparência física mesmo, bastante ingrate, na qual nada revelava à primeira abordagem as suas aptidões intelectuais nem a sua vontade, qualquer aquilo fazia crer único ele teria sempre barra sobre ele. Além disso, a popularidade do seu nome nas massas, um pouco inquietante em própria, estava a circunstância evidentemente vantajosa.

A operação ia revelar-se boa, dado que o 10 de Dezembro de 1848, os eleitores escolhiam Bonaparte por 5.434.000 vozes; seguiam Cavaignac (l 448.000), Ledru-rollin (371000), Raspail (37 000), Lamartine, apresentado solitaire (8 000).

O 20 de Dezembro Cavaignac deixou o papel de líder do governo provisório e o presidente da República tomou possessão. A Assembleia constituinte aclamou o primeiro como um novo Cincinnatus, e recebeu com uma atenta gravidade o juramento oficial do segundo: Louis Napoléon Bonaparte jura solenemente de continuar a ser fiel à Constituição, esta Constituição que obrigava-o de maneira formal redevenir atrasado quatro anos, um cidadão como os outros.

A saída, embora conhecido, possa aparecer-nos extremamente ridículo hoje. Antes do prazo dos quatro anos este Louis Napoléon Bonaparte, este aventurier, ia naturalmente efectuar o seu golpe de Estado. Ia mesmo levar a graça, à vez talvez como superstition mystique, ao mesmo tempo talvez como uma prefiguração do seu segundo preço fixo, a realizar-o o 2 de Dezembro de 1851, dia aniversário sacre imperial de 1804, da vitória de Austerlitz em 1805, e seu futuro sacre imperial por conseguinte em 1852.

Como era possível que tais incoerências não marcassem os observadores que eram os nossos filósofos? Esta 2 de Dezembro eram ele mesmo outra coisa que uma repetição da história?

Karl Marx, um dos primeiros, fez um destino à esta analogia intitulando o Dix-Huit-Brumaire de Louis Bonaparte a sequência que deu à sua obra, “Lutas de classes na França”. A aproximação podia ir mais adiante, de resto. Não se tinha reexaminado a imagem destes extremistas de esquerda que chamava-se “Montagnards” em 1792? Para este filósofo, foi o conjunto da segunda República, e não apenas o seu episódio final, que tinha valor de repetição bouffonne; Ledru-rollin (1843) após Robespierre (1793), como Badinguet 1 (apelido Napoléon III) após Napoléon, era a farsa após a tragédia.


1) Badinguet: Apelido que foi atribuído Napoléon III e que não era diferente do o nome do trabalhador que emprestou-lhe os seus fatos aquando da sua evasão em 1846 do forte Ham)


É menos hoje severo, na medida em que aprecia-se melhor que a segunda República trouxe outra vez em relação à estreia: poderia-se dizer enracinement. A ideia republicano ultrapassou as elites intelectuais, as dos quadros bourgeois e pequenos-bourgeois organizados em sociedades post ou néojacobines, para ganhar em algumas regiões simpatias populares de massa. Aquilo não ia de resto sem estar a complicar o problema para mais hesitante à república, porque ganhando o povo, a ideia republicano combinava-se necessariamente com as outras aspirações do povo, aspirações sociais, aspirações ao bem-estar.

Na explosão de expressões espontâneas que acompanhou as revoltas de Dezembro, uma fórmula retornou frequentemente: “a boa”, “boa república “,” vamos trazer a boa república “… O que era dizer, se não que a república que tivesse governado a França de Maio de 48 à Dezembro de 51 mantendo o povo nas suas dificuldades usuais de vida não era  “a boa”, não o verdadeira, não verdadeira, de outra maneira diz que a verdadeira república podia ser apenas uma república favorável às pequenos pessoas?

Os ensinamentos que tiraram os Franceses, iam certamente trazer mais muito que podia então encarar-o Karl Marx, dado que a sua síntese dos acontecimentos levou os seus discípulos a fazer mesa barbeia de qualquer forma de ricos e as suas riquezas para fazer reaparecer cinzas uma civilização nova, bonita. Uma vez ainda, este homem iluminado na percepção dos hérésies da hora, ia dar nascimento no coração muito, à uma aposta em prática ainda mais hérétique, para a concretização “da felicidade” cada um. Contrariamente aos métodos socialistas que terão muito mais mal a impôr-se razoáveis e mais seguida, porque mais suaves na sua criação, a sua obstinação criar um mundo ideal marcou para sempre a história humana de uma pesada marca. Esta pode contudo nós aparecer hoje como é necessária, pelo único facto de permitia ao mundo, de medir quanto é impossível ao homem erigir pela força, que Deus quer fazer pelo Amor!

Outro povo ia tomar a retransmissão ao povo francês ser o demonstrador. Um povo extremamente miséreux que mais é, mas um povo foi de controlo, que era constituído de homens e mulheres formidáveis, e no entanto não mais justo que outros.

É verdadeiro que o que está já na miséria, não arrisca pior! Se os Franceses tivessem a ter-se pena de, tem mais agora de dois séculos, há justamente oitenta e cinco anos, este povo vivia os affres de uma monarquia não mesmo digna do treze ou décimo-quarto século. O seu rei não se chamava  não rei, mas tsar, que vem do latino Caesar. Pretendiam-se descendentes Auguste, os oints do Senhor e recebiam um culto tsar “adorado”, como os soberanos orientais.

Com 174 milhões de assuntos e 21.784.000 km2 o Império russo semieuropeu e semiasiático constituia em 1914 um mundo complexo e original. Tsarisme era um sistema de governo dictatorial, […] difícil contudo comparar com a monarquia francesa do Antigo Regime.

A Rússia até em 1905 não recebeu nenhuma estrutura democrática, nenhuma tradição égalitariste. Na luta contra a dominação Mongols século X, os príncipes de Moscovie unificaram a Rússia e criaram um estado centralizado e despótico. Procedente da nobreza, tsarisme continuava a ser o escudo protector muito reduzindo-o a um papel político relativamente negligenciável.

Ivan III (diga o Grande)1 tinha casado com em segundos casamentos Sophie Paléologue, nièce do último imperadores bizantinos. Proclamou-se “tsar do Russies” sucessor do império bizantino. Autocrate adoptou rites e o cerimonial do tribunal bizantino. Seus armoiries foram igualmente de origem bizantina: a águia bicéfala. Da tradição bizantina tsars conservaram não somente o titulature (conjunto dos títulos), o cerimonial, os símbolos, mas igualmente os métodos de governo, onde a importância das intrigas de tribunal, do segredo, da burocracia, o culto tsar “adorado”, como os soberanos orientais.

Até em 1905, o despotisme czarista foi total. A família imperial era numerosa e constituia “a casa imperial da Rússia”. Tsar era mais grande o proprietário fundiário do país e às suas possessões privadas, acrescentavam-se “os bens de oudiels”, propriedades de Estado destinadas a manter os membros da família imperial. As intrigas de tribunal desempenhavam um papel importante no governo do império e este fenómeno tomou mais amplitude ainda no início do XXe século sob o reino de Nicolas II. Teve 46 anos em 1914 e reinava desde 1894. De valor medíocre, encontra apenas defensor hoje em dia. Imbu da sua autoridade, concebia o seu papel, como o despote absoluto.

A partir do seu advento, declarou: “Que cada um saiba, que dedicando todas as forças à felicidade do meu povo, defenderei os princípios do autocratie tão imutavelmente que fogo o meu pai, proclamo-o abertamente. “Foi uma ditadura que deixou apenas lugar para mais menor das liberdades, mesmo mais formal.

Às fronteiras, uma vigilância severa era exercida sobre todos os viajantes que transportam jornais, revistas, livros. Cortava-se páginas de livros julgados subversifs; passava-se sobre artigos de jornais, tampões encarregados de uma tinta gorda de tipografia, salpicados seguidamente de areia, maneira que não deixassem de ser legíveis. “Caviardait” assim às informações mais diversas até caderneta à mondain. Proibia-se os textos de Victor Hugo traduzidos em russo; os únicos textos originais eram autorizados!

As publicações em línguas “coloniais”, entendem aquelas das nacionalidades não russas do império, são assimilado à publicações estrangeiras. Para escapar à censura, passava-se-se dos manuscritos copiados ao perigo da sua liberdade. Um grande número de obras, de jornais, de revistas, por conseguinte era imprimido no estrangeiro. Foi particularmente o caso do jornal Kolokol (o Sino), de Herzen, escritor revolucionário russo morrido em exílio em Paris em 1870. Frequentemente os autores preferiam censurar-se eles mesmos para evitar as proibições de publicação.


1)         Ivan III (diga o Grande) (1462-1505), liberou a Rússia suzeraineté mongol (1480) e adoptou o título de autocrate, fazendo deele um soberano absoluto. Casado nièce do último imperador bizantino, nome dado ao Império romano de Oriente cuja capital era Constantinopla e que durou de 395 para 1453, quis-se o herdeiro de Bizâncio. Este império cristão e grécooriental estendia-se à Vida século pelos Balcãs, pela Menor e o Médio Oriente, da Síria ao Egipto, bem como pelo Sul da Itália, a Sicília e a África do Norte. Conheceu a sua idade de ouro Xe e séculos X seguidamente declinou enquanto que impunha-se uma nova ordem internacional dominada pelo Ocidente latino.


Auto-censure por conseguinte tinha-se tornado forma pernicieuse da censura. A leitura de Darwin foi proibida, não obstante em 1872 o Capital de Marx foi autorizado, mas em língua alemão. O censor, ligeiramente pressé, sem dúvida não tinha visto malice à uma obra extremamente árdua de economia política. Foi no entanto a primeira granada tirada contra o Palácio de Inverno.

As detençóes arbitrárias eram moeda corrente, e as condenações para delitos políticos muito pesadas: a prisão, a deportação na Sibérie, em certos casos o exílio podia ser pronunciado sem julgamento, era suficiente para aquilo que proclamassem o estado de sede. Às vezes mesmo, a vigilância policial exercia-se sobre as famílias dos condenados, vítimas elas mesmas, em certos casos, da repressão. Nada protegia o indivíduo contra omnipotence do Estado, burocratas e polícias.

A igreja ortodoxa, com a burocracia, a polícia e o exército, era um dos quatro grandes pilares do regime. Todos os assuntos do império não eram não certamente ortodoxos; havia os judeus (cerca de 5 milhões), os católicos da Polónia e dos Estados bálticos, os muçulmanos do Cáucaso e a Ásia central, protestants da Finlândia e dos países bálticos, mas gozava muito de numerosos privilégios. Era uma igreja de Estado e tsar era o chefe da Igreja ortodoxa como oint do Senhor. Como escreveu-o no fim do século, o primeiro conselheiro de Nicolas II, de Pobiedonostsev: “ O Estado não pode limitar-se a representar os interesses materiais da sociedade, porque contar-se-ia então ele mesmo da sua força moral e destruiria a sua união espirituala com a nação; é apenas à esta condição que mantêm-se no povo o sentimento da legalidade, o respeito da lei e a confiança no poder. "

Esta igreja ortodoxa tinha nascido em 1054 do cisma da igreja católica, do qual os ramos procedentes do Império bizantino e o Patriarcado de Constantinopla tivessem-se separado. As diferenças entre a igreja católica e a igreja ortodoxa desta época, eram sem dúvida importantes no entender théologiens, mas para o observador externo, não pareciam fundamentais.

Sob a dominação do conjunto deste sistema, o povo era mantido muito grande numa pobreza. As condições de vida, ver de sobrevivência, eram extremamente difícil, em especial para as mulheres. Como escreveu-o grande poète russo Nekrassov no meio do XIXe século, a situação da mulher era particularmente dramática: “Ah! é um pobre lote que o teu lote, mulher russa! Onde encontrar mais penoso destino? Único antes da idade sejas desvanecida, nada surpreendente, Mãe do povo russa apta suportá-lo à todo, Mãe que sofre tanto de sofrimentos! "

A fome permanecia que ameaça e a escassez não era rara. A situação sanitária era catastrófica. Faltava-se de médicos nas regiões rurais. As epidemias typhus, de cólera eram frequentes. Em 1910, houve 185.000 casos de cólera para todo o império. A malária e a sarna reinaram duravelmente. Por exemplo, em 1910, assinalou-se 225.000 casos de malária no governo de Samara, 167.000 o de Saratov, 400.000 casos de sarna no governo de Viatka.

A fenda externa da civilização russa ao XIXe e no início do XXe século, não deve esconder a situação real vivida pelo povo, e em especial o facto de a cultura era reservada apenas à uma ínfima minoria. Lénine1 considerava, não sem razão, cito: que “não tem mais, em nenhuma parte na Europa fora da Rússia, uns uns únicos países também selvagens, onde as massas populares sejam tão profundamente desprovidas de instrução, cultura e conhecimentos gerais. “ Aulard, o historiador francês sobre a Revolução de 1789, notava precisamente numa obra colectiva publicada em 1922: A História Soviets, “que ao ponto de vista intelectual, a noite era mais profunda na Rússia de 1917 que na França de 1789 “.

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Este povo tão miséreux ia por conseguinte servir de exemplo ao mundo em este trágico utopie, tanto na sua fase “de depuração” que na de aposta em prática dita “socialista” que não chegou nunca, mas permaneceu até última à respiração sob a influência de um governo autoritário. Trágico, porque começou numa efusão de sangue, do sangue bem inútil, da mesma maneira que 1789 foi-o para a França, mas ainda mais talvez à causa do ociosidade moral que o sistema instaurado, produziu nesta numerosa população. Também trouxe talvez alguns uma tomada de consciência do seu valor de homem, mas é demasiado cedo ainda para dar-se conta. Que criou em contrapartida, são outros bourgeois, não mais honestos indubitavelmente que aqueles dos quais falava Napoléon.

Uma cortina levanta-se contudo para a humanidade, e é obviamente àaquilo que devemos olhar. Esta vela do Espírito  que são as revoluções da violência, que conduziram ou o primeiro Império napoléonien ou o segundo Império ainda napoléonien ou o Império prolétarien. Sem dúvida devem bannir a ideia que saltar e qualquer forma de revolução, que foram e residirão apenas parênteses da história, mas os parênteses destrutivos. O que prevalecido sobre o socialismo humanista “do bom sentimento”, ele mesmo limitado como vê-lo-emos mais distante, não era outro que o espírito humano em qualquer sua miséria. Um espírito frequentemente desprovido de bom sentido, porque sabe reproduzir apenas que conhece, enquanto que que conhece não é outro que o que imprime-o, deforma-o, destrói-o através dos seus sofrimentos e os seus medos.


1) Lénine (Vladimir Ilitch Oulianov, dito), homem político russo (Simbirsk 1870, Gorki 1924). Adere a partir de 1888 a um círculo marxista, passa três anos em deportação na Sibérie (1897-1900) seguidamente ganha a Suíça, onde derreta o jornal Iskra e expõe em que fazer? (1902), a sua concepção centralizada do partido revolucionário. Esta o emporte ao IIe congresso do P.O.S.D.R. (1903) e os partidários de Lénine formam doravante a fracção bolchévique do partido, oposta à sua fracção menchevique. Fixado um tempo em Paris (1908-1911), seguidamente em Cracóvia, volta na Suíça em 1914 e vestígio révolutionnaires russos o seu objectivo: combater a guerra e transformar-o em revolução. Em Abril de 1917, atravessa a Alemanha e retorna à Petrograd, onde impõe as suas vistas ao P.O.S.D.R. e soviets, e dirige a revolta de Outubro. Presidente do Conselho dos Comissários do povo (Outubro. Novembro. 1917-1924), faz assinar com a Alemanha a paz de Brest-Litovsk e pensa extensão à internacional do movimento revolucionário, criando o internacional comunista (1919). Mas a guerra civil na Rússia e o malogro do movimento revolucionário na Europa conduzem-o consagrar-se à construção do socialismo na URSS, que derreta em 1922. Após o período “ do comunismo de guerra “(1918-1921), adopta na frente das dificuldades económicas e as resistências internas, a Nova Política económica, ou “N.E.P”. Em 1922, Lénine é golpeado de hémiplégie. Homem de acção, foi também théoricien (Matérialisme e empiriocriticisme, 1909 ; Impérialisme, fase suprema do capitalismo, 1916; o Estado e a revolução, 1917; a doença infantile do comunismo, “o gauchisme”, 1920).


O homem procura que cobiça os os outros, e é para aquilo que quando recebeu o objecto os seus desejo, emprega-o mais mal ainda que aquele que jalousait. As felicidades quanto a eles, são apenas efémeras e não nos marcam profundamente se não forem situados em Deus. É para aquilo que é tão difícil, até a impossível de sair victorieux de uma revolução. Quando, o homem baixa-se seguir os seus impulsos charnelles, a armadilha fecha-se novamente cedo ou atrasado sobre o seu autor, que seja homem ou estado.

Estes Filósofos, apostavam por conseguinte demasiado sobre o único bom sentido e a integridade humana. Podiam imaginar que alguns entre eles, às vezes os que apareciam como mais incorruptível, eram precisamente os que ao dia seguinte conduzir-se-iam ao oposto mesmo dos valores que defendiam assim asperamente?

O que tinham à sua disposição estes idéalistes de uma civilização de equilíbrio na qual cada um poderia viver perfeita numa harmonia com o seu vizinho, porque perfeitamente iguais no plano social? O que tinham para diferenciar as palavras “de um Jésus ou um Judas”?

Deus sonda os corações e pode dar o discernimento aos que segue-o, enquanto que na sua dimensão de carne tinham-o apenas a suspeita à sua disposição. O homem natural não possui em ele mesmo as qualidades básicas sobre as quais estes filósofos derretiam as suas teorias. Não faltavam no entanto sincérité, e estavam talvez próximos de um ideal que Deus quer dar ao mundo de amanhã, mas o seu método de posto em lugar e a sua gestão, não era de dimensão humana. Que dispunham, postos à disposição cada um e sobretudo os mais humildes? Deus! Mas não o sabiam!

Não o sabiam porque os que se diziam dignos os representantes de Deus, tivessem dado razão à uma monarquia que teria vindo como Deus ele mesmo. De um Deus por conseguinte que teria procurado e teria querido esmagado o fraco em proveito de sempre mais extremamente. Ele que disse “sujeito os uns aos outro”, enquanto que esta proposta sobre terra existe apenas no sentido “dominateurs/esmagados” de uma monarquia venerada como ídolo, como se era mesmo a imagem de Deus sobre terra.

Que disse “gostam-lhe dos uns os outros como deos gostei”, quando os que “têm êxito” e vão à missa todos os Domingos, são apenas ásperos aos lucros, arrivistes e presumidos, égoïstes, mesmos dominateurs e desdenhosos em frente deos que não levam “frutos”. De quais frutos falam? Continua do sucesso e gloire, a fortuna e a propriedade, melhor para eles, e mais mal para mais pobre?

Esta riqueza e estes frutos lá, desaparecerão cedo. Na sua demasiado boa vontade humana e a sua condenação de Deus, por confusão entre ele e os que se diziam os seus representantes, estes homens sinceros que eram os nossos filósofos não olharam aos seus antecessores, apôtres de Jésus Cristo. Não falamos do seu método de aplicação que era oposta, mas do resultado esperado. Estes apôtres dos quais podemos olhar o exemplo e recordar-nos que eles também, mas conduzidos, pelo Espírito Santo de Deus, começaram viver um início de vida social.

Este primeiro sistema, da mesma maneira que o seguinte foi efémero, porque a religiosidade do homem não ia demorar a prevalecer sobre o Espírito de Deus, da mesma maneira que no segundo o egoísmo pessoal do homem não ia demorar a tomar o passo sobre a integridade dos mais sinceros. Dirão naquilo que Deus não tem faz melhor que o homem ou reciprocamente? Ou dirão muito simplesmente que não era o tempo, e que este tempo Deus deixou-o para nós para que maior número beneficie?

Devemos sobretudo pôr um postulamos, Deus não é o que quer esmagar ou destruir, mas os que quer fazer-nos crescer, ascender à sua imagem, de algum meio que vínhamos e alguma raça que sejamos, podemos todos ser as suas crianças. Únicos proibimos-lhe esta felicidade! A teoria é uma coisa, o resultado é outra, e não será nunca o mesmo para o que se baixa matar, antes único gostar.

É uma outra revolução que monta hoje e levou, ela também o nome “de socialismo”, cujo fruto conhecemos. Todos já temos constatado as abominações sobre o povo de Deus, na pessoa dos judeus ou ainda tsiganes durante a última guerra mundial. Todos recordam-se, excepto seus bourreaux! Escandalosamente, como único pode fazê-lo o demónio, negam a história e refazem-o à sua maneira. Aqueles aparecem como extremamente convencidos e é para aquilo que são convincentes, mas da mesma maneira que as massas populares tivessem seguido bourgeois de 1789, são seguidos por fraca que frequentemente crêem mais à uma religião do homem que à verdadeira fé em Deus.

De uma maneira arrogante, mas desprovida de sentidos, colocam-se em vítimas das classes já rejeitados por muito como Hitler tomava-se aos judeus, os inválido ou tsiganes. Porque a história repete-se, a fim de tornar homenagem à todos os perseguidos, passada, presente e infelizmente sem dúvida vir, vamos terminar este capítulo, tomando o tempo de ler um texto primeiramente LEVI que fala-nos bem assim da eloquência humana e as calamidades que pode veicular.

Nulo duvida que tivesse-o sabido de experiência própria, mas desde que soubermos tê-lo todos conta: « Sabê-lo todos devemos, ou nós recordar que quando falavam em público Hitler e Mussolini eram crus, aplaudidos, admirados, adorados como Deus. Eram “chefes carismáticos ", possuiam um misterioso poder de sedução que não devia nada à credibilidade ou à precisão dos propósitos que tinham mas que vinha da forma suggestive como tinham-o, à sua eloquência, seu faconde histrions, talvez inata, talvez pacientemente estudada e desenvolvida . As ideias que proclamavam não continuavam o mesma e eram em geral aberrantes, estúpidas ou cruéis; e no entanto foram aclamados e seguidos até à sua morte por milhares de fiéis.

É necessário recordar que este fiel, e entre eles os executores zélés de ordem inumanos, não eram bourreaux nascidos, não eram excepto raras excepções - dos monstros, eram homens qualquer. Os monstros existem, mas são demasiado pouco numerosos para para ser realmente perigosos; os que são realmente perigosos, são os homens comuns, os funcionários prontos para crer e obedecer sem estar a discutir, como Eichmann, como Hôss, o comandante de Auschwitz, como Stangl, o comandante de Treblinka, como vinte anos após os militares franceses que mataram na Argélia, e como, trinta anos após, os militares americanos que mataram no Vietname.

É-nos necessário por conseguinte desconfiar todos os que querem convencer-nos por outras vias que pela razão, em outros termos chefes carismáticos: devemos bem pesar a nossa decisão antes de delegar à alguém de outro o poder de julgar e querer ao nosso lugar. ( ... )

Pode-se que um novo fascismo, com seu cortège de intolerância, de abusos e de servidão, nasça fora do nosso país para ser importado, ou que desencadeia-se do interior com uma violência capaz de inverter todas as barreiras. Então, os conselhos de sabedoria servirão apenas se encontramos em Deus a força de de opôr-se: naquilo também, a lembrança deo que se passou no meio da Europa, não há assim muito tempo, poderá servir-nos de ajuda e advertência. »...

Em conclusão destas realidades históricas, fizemos apenas de confirmar o texto bíblico que citamos sobre o qual descansa todos os escritos: o homem charnel é incapaz de fazer o bem que quereria fazer, mas pratica o mal que não quereria fazer (ver Romanos 7-18/20).

É por isso que vamos voltar-se no próximo capítulo, para o domínio espiritual que construiu a nossa história, o da nossa psicologia charnelle. É deela que nasceram todos os conflitos e por ela que sempre gerimo-nos no nosso terceiro milénio, enquanto não formos vencedores de acordo com Deus da nossa miserável natureza humana.

É contra ela e contra o seu guia que devemos lutar com a ajuda de Deus, contra ela que devemos efectuar o nosso real combate sem estar a condenar-nos reciprocamente, então conheceremos que quer dizer, amar!

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