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A FRANÇA E DEUS

CAPÍTULO II



De quantos sofrimentos morais ou físicas um povo que rejeitou Deus podem tornar-se culpado com boas intenções?



As planícies da Ucrânia


Fevereiro de 1981: A descoberta



Num tempo onde para mim Deus não existia, é no entanto ele que trouxe por Graça esta experiência da antiga União Soviética, e abriu-me os olhos sobre toda a degradação de um povo ao seio que as igrejas eram proibidas e cujas construções eram utilizadas como granjas ou estábulos. Considerava por meu lado este uso cheio de bom sentido, e congratulava-se que qualquer culto à Deus já seja considerado como uma infracção à ordem pública, mas ia muito rapidamente no entanto rejeitar o lamentável resultado.

Era no inverno 1981. Haver uma primeira vez de Fevereiro à fim Maio, haver cinco à seis semanas em Setembro. Ao dia da eleição do presidente Mitterrand, não era por conseguinte na França, embora encontrei-me de qualquer coração.

Nunca não fui mais distante nas minhas convicções políticas, que o de permanecer no anonimato do boletim de voto, mas alimentava de boa vontade nessa época, ideias à tendências comunistas. Mim partidos por conseguinte em certa esperança de encontrar uma forma de consolidação das minhas opiniões cujos ia ao contrário ser curada, bem antes do meu primeiro regresso. Sendo então antiDeus, é evidente que em muitos domínios não era um santo. Não falarei contudo aqui de acordo com uma análise ligada eventual a um puritanismo religioso unido à minha conversão cristã, mas de acordo com a minha percepção da época.

Tinha retornado desde apenas alguns meses da estada na Colômbia que evocava no capítulo que precede, quando a minha empresa enviou-me em substituição de colegas submergidos pelas dificuldades da tarefa. Tratava-se da aposta em serviço de uma importante unidade de produção de enzimas vendida por um grupo francês à URSS alguns anos anteriormente. Era situada em Ucrânia à semicaminho Kiev e Odessa, ao redor uma pequena cidade de vinte e quatro mil habitantes, chamado Ladijin.

As diferentes trocas que tivesse podido ter com os meus colegas antes da minha partida, bastante efectivamente tinham-me preparado que encontrarei em relatório ao mercado preto. Parecia-me no entanto, que aquilo seria a única diferença que haveria com a França. Particularmente tinha recebido do um deles a motivação munir-me algum jeans novos, a fim de procurar-me algum dinheiro de bolso suplementar, aí está todo.

Envolai por conseguinte direcção Moscovo o coração feliz, com uma maioria das minhas ideias préconçues sobre a grande Rússia e as minhas convicções à tendências comunistas. De todo o grupo de sete para oito franceses de diversas empresas, que se tornavam sobre os lugares, era o único a fazer a viagem primeira vez. Moscovo e seus alguns veículos nas ruas, pareceu-me um tanto morose, mas como tratava-se pelo momento apenas de uma noite relâmpago de trânsito entre o aeroporto e a estação, não me demorei. Durante o nosso sono, numerosos acórdãos tinham pontuado o andamento do nosso comboio de noite. À pequena manhã, dirigiu langueur que parecia ele vir da noite dos tempos, progredia suavemente nestas imensas planícies enneigées. Dado dado, kolkhozes1 implantados perto de pequenas aldeolas extremamente isoladas, não eram sem estar a recordar-me certas lembranças de filme, como Anna karénine 2 ou Doutor Jivago 3.


1.kolkhoz ou kolkhoze Exploração agrícola colectiva, na URSS, que comportava um sector de Estado (as terras), um sector collectivisé (efectivo, meios de produção, construções de exploração) e um sector não collectivisé (casas das famílias campesinas, peças em bruto de terra consagradas jardinage e a pequena criação, etc.). Kolkhozes foram desmontados em 1992.


2.Anna Karénine, novela de Tolstoï (1876-1877), brilhante évocation de diversos meios sociais. Tolstoï opõe o malogro trágico de heroína (que, que tem sacrificado o seu lar a um amor adúltero com o oficial Vronsky, se lança sob um comboio) épanouissement de Kitty Cherbatski numa família lisa.  CINÉ Filmes: Edmund Goulding (1891 1959), em 1927; Clarence Brown (1890 1987), en 1935, les 2 avec Greta Garbo; Julien Duvivier (1949), avec Vivien Leigh.


3.Docteur Jivago, roman de Pasternak (1957): a Primeira Guerra mundial, a Revolução de 1917 e a guerra civil que se seguiu perturbam a vida de um médico moscovite. A novela, editada na Itália, foi proibida na URSS.  CINÉ Filme de David Lean (1965), com Omar Sharif (nascido em 1932) e Julie Christie (nascido em 1940).


No nosso grupo, casal que viajava com uma rapariga, parecia bem um triste. Tinham já três anos de expatriação sobre o lugar, e faziam penalidade a ver. Para criar o contacto e sair-o ambos os seu morosité, dirigi-me então ao marido, e me enquis banalement do modo de vida sobre o lugar. À minha grande admiração, não obtive de sa part que uma resposta que fustiga que deixou-me pantois, do estilo: “Tenho bastante a ser tomada para” con “ por os que previno, verás por ti “.

Embora este repartido não me deixe prever nada de cupão, não me parei, considerando o afastamento como razão da lassitude flagrante e o mau humor deste homem. Não era nada, mas sobre o momento não podia compreendê-lo. Este por muito tempo tinha constatado o hérésie que ia descobrir, e tinha tentado durante as suas precedentes viagens, que traduzissem todo o marasmo soviético ao novos vindos. Então tinha sido criticado os menos avisados que ele, tanto pela imagem que podíamos ter desta nação éramos afastados da realidade diária, e as incoerências dissimulées à grande escala.

A Vinnitsa, situados em cem cinquenta quilómetros ao Sul Kiev, deixamos o comboio, para efectuar a última centena de quilómetros em autocarro até a Ladijin. Assim como tivesse encontrado um bom pretexto para o número de veículo em Moscovo, a desculpa do deplorável estado das calçadas, veio esta vez do clima. Não éramos mais numa região de frio sibérien, mas como temos o hábito de representar-nos a Rússia através da reforma Napoléonienne, não houve demasiado atenção.

Mais aproximávamos do objectivo, mais a minha impaciência era grande descobrir o verdadeiro ambiente da minha futura estada, porque as declarações dos meus companheiros de viagem começavam perturbar o meu entusiasmo. Quando o nosso autocarro entrou nesta pequena cidade, a minha primeira impressão trouxe-me um grande alívio. Postos à parte, as degradações do betume, “terí-nos-amos crescido na França “. Mim ter o tempo de observar uma fase com jardim de crianças, dos edifícios quase acolhedores, sobre o grande lugar um grande ginásio e um supermercado pareceu-me, por último nada que me confirmou as declarações deste francês grincheux. Estive bem feliz e continuei a ser convencido que ia passar lá uma agradável estada.

Os vinte à vinte e cinco franceses que estávamos em geral sobre o lugar, eram agrupados num mesmo edifício, à dois ou três por apartamento. O tempo da viagem sympathisé um tanto com um soldador ligeiramente mais jovem que mim, que era à sua segunda estada, e sobretudo com o mais idosa muito menos volage, que era ele ao seu terceiro regresso. Aquando da nossa distribuição por apartamento, arranjaram-se por conseguinte de modo que agrupássemo-nos ambos os.

A partir do limiar da porta cruzado, mim me sentidos “nmim”. Havia sala de banho, WC, câmaras, cozinha com gases e refrigerador, varanda com vista sobre a campanha ainda um tanto enneigée e um admirável sol que deita, todo era “perfeitos”. Apesar muito numerosos de detalhes de conclusão, deixados num estado de gorda obra mal imaginável para um francês, não sei mais para qual motivo não o observei então, talvez muito simplesmente que tem ninguém mais invisual apenas deo que não quer ver. Pareceu-me mesmo que todos os dos quais tivesse recebido um mau testemunho, eram pessoas habituados ao seu pequeno conforto bourgeois à francesa, às quais a experiência da expatriação faltava provavelmente. Paravam-se da espécie sobre detalhes, para fazer generalidades.

O dia seguinte manhã, aquando da nossa chegada sobre o sítio industrial, foi de novo confortado neste sentido. Uma imensa construção de betão na qual encontrava-se toda a produção, precedia outra ainda mais vasta para este tipo de tecnologia. Lá ainda havia efectivamente alguns quadrados de faiança descolados, calorifuges de tubagens abertos, mas bom ano mal ano, não era pior que noutro lugar. A desculpa de certo aspecto de vetusdade das salas tinha sido esta vez totalmente involuntária. Era sem dúvida um melhor dos colocados para dar-me conta que todo era novo, mas o conjunto que tem o aspecto de ateliers que datam de uma boa quinzena de ano, mim não realizou sobre o momento que a unidade nunca tivesse produzido.

O primeiro meio-dia, comecei descobrir a cozinha local, mas uma vez mais fui obrigada constatar o mau comportamento do francês no estrangeiro, pelo qual, só a cozinha francesa é digna a ser apreciada. Aquilo confortou-me na sua inexperiência da expatriação. A mesa alguns sarcasmes foram bem de çà lá, mas atribuí-o mais à diferenças de opiniões políticas ligadas às eleições presidenciais francesas, que à uma indisposição verdadeiramente fundada relativa à União Soviética. Com muito retrocesso, direi de resto agora que os dois eram talvez verdadeiros.

Fora quartas-feiras e sábados onde podíamos tomar o nosso jantar num restaurante dancing, as outras noites, nós nos preparavam-no ao apartamento. Para esse efeito, cada fim de semana recebíamos em rublos uma soma quase equivalente ao salário mensal de um trabalhador local encarregado de família, para o nosso simples dinheiro de bolso e fazer as corridas da noite. Compartilhávamos-nos por conseguinte as tarefas domésticas com os meus companheiros, mais idosa à cozinha, mais jovem à louça, e mim às corridas. Ia assim descobrir muito rapidamente uma vasta cidade pedestre, constituída de edifícios de quatro para cinco andares cercados de árvores e de vegetação. Os Franceses surgiam geralmente a imagem de cidades HLM muito populares, mas bastante era equilibrada bem e o conjunto neste fim Fevereiro continuava a ser ainda aceitável de acordo com mim. A loja à proximidade da qual o autocarro parava-nos a noite não escapava à regra neste fim de inverno, ainda que as plateias faziam bem má figura em relatório que teriam sido na França. As pessoas entravam e saíam como todas as lojas do mundo, e ninguém não parecia infeliz à primeira vista.

Ia haver uma coisa surpreendente para a imagem que tinha de um país pelo menos igual o nosso. Sendo um tanto ávido, observei aquando deesta primeira visita, um étal de confeitarias e de chocolates que não eram indubitavelmente de uma qualidade superior, mas tinham o mérito de existir. Tão permanece, um rápido olhar circular, deu-me a impressão que tivesse chegado sobre um outro planeta. Este dia lá havia como muito excepcionalmente neste lugar, uma metade kalbassa 1 ou como mais frequente, havia igualmente um quarto ou uma meiocabeça de porco, mas como sempre, havia indubitavelmente algumas costas de porco sem carne sobre os ossos. Ossos brancos da misma maneira que o osso raspado bem. Este dia lá da misma maneira que outro, aí está no máximo, qualquer que podia conter o raio talho charcuterie. O resto da loja era constituído apenas de uma montra de caixas de conservas, as todos os mesmas. O pão não era um problema, mas para o leite, bebemos nunca. Foi necessário de fazer noite ou manhã de intermináveis rabos perto de uma cisterna para o fornecer-se, ao risco dever repartir sem, esta vazio antes do fim da distribuição.


1) Kalbassa: Tipo de gordo salsichão feito a partir de carnes bastante magras, como presunto penso.

Mais que fui interpelada naturalmente, mas este país restante para mim um país “ novo “, era necessário saber adaptar-se.

A segunda noite, ia ligeiramente melhor familiarizar-me com o meu universo de abastecimento. O nosso material de cozinha limitado, mim me posto em penalidade de encontrar um fogão de cozinha em um das quatro lojas da cidade. No o mais parentes possível do nosso domicílio, encontrei uma e só uma, mas se dispusesse de um bonito sino de vidro para tampa, não possuia rabo e a tampa não de punhado. Fiz por conseguinte os três outros “supermercados”. O meu dicionário em mão pedi, escavei, mas falta de encontrar outra, retornei procurar a única a vender de toda a cidade. Topa-a-tudo por natureza, comprei igualmente gordo cuillère de madeiras, que combinamos utilizar de uma extremidade de acordo com a sua vocação, e do outro como rabo de fogão. O importante não era comer?

Comer! Ia descobrir gradualmente que comer era certamente um problema para muito, mas era ligeiramente cedo ainda para mim.

A minha estada inicialmente prevista curta, nenhum desejo de integração mim tinha aparecido como que fundamenta. Pelo contrário tinha previsto passar os meus fins de semana fazer o desporto, tanto em campanha como através dos equipamentos desportivos disponíveis. Abordei por conseguinte o primeiro fim de semana neste estado de espírito. Via-me já correr além disso a terminar estas imensas e glaciais em planícies de Ucrânia varridas pelo vento, mas o meu mais jovem companheiro de apartamento tinha melhor muito a propôr-me. Tinha saído as duas primeiras noites, e a Sexta-feira vinda, ele tentou persuadir-me segui-lo. Não era verdadeiramente em estado de alma fazê-lo, tanto quanto convidava-me ele mesmo a jantar sem outra forma de conveniências, numa família soviética que não tinha mesmo entrevista. Insistiu contudo com tanto subentendido, que escaldante convoitise, deixei-me convencer e acompanhei-o.

Aquilo pareceu-me cheio non-sens, ver-se nesta rua abandona e glacial, descer alguns edifícios mais baixos à procura da aventura, mas que fazer? Tinha partido!

A porta abriu-se e como tivesse-me -o deixado entender, braços esticaram-se para nós para acolher-nos cordialmente. Tratava-se com efeito de uma família soviética “tradicional”, pais, crianças, amigos muito sentados em redor de uma copiadora conta. Com efeito de amigos, havia realmente apenas amigas “e”. Devo reconhecer que aquilo não me interpelou sobre o momento, tendo em conta que havia duas as grandes crianças do lar. Começavam a sua refeição, por conseguinte mal entrados, nós como foram projectados à mesa.

Fora da charmante senhora de casa, uma das amigas tinha-me aparecido mais que sedutora a partir do primeiro olhar, mas meu compère parecia ter o mesmo interesse que mim para ela, por conseguinte… Comemos, comemos, pelo menos três pratos diferentes, bebemos vinhos em todos os tipos, o champanhe, e a inevitável vodca. As conversações continuaram a ser certamente muito limitadas, mas aquilo tomou tanto tempos para dizer pouco assim que a noite passou rapidamente.

Sem o saber ainda, acabava de receber a imagem exemplar com cuidado trabalhada, “da verdadeira” família de União soviética. Um marido muito pouco expansif, uma esposa e amigas muito atenciosas, mas contudo correctas, de grandes crianças charmants da idade cerca de o minha, ainda que no plano sensuel tivesse permanecido sobre a minha fome, o meu estômago quando- à ele era-se congratula.

Após as minhas difíceis investigações da primeira semana, ia descobrir aquando do segundo, um outro modo de abastecimento aberto celui-là à uma minoria. Sendo estrangeiros, considerávamo-nos prioritários para o abastecimento, muito como a milícia, o exército e os membros notórios do partido comunista. Eram para aquilo uma vez acolhidos sobre encontros por semana, numa sala específica basicamente da loja, e podíamos então comprar qualquer o que era excluído ao comum do mortais o não prioritário, qualquer que seja a sua função. Embora pouco variada, houvesse, os vinhos, o champanhe, as conservas  qualidade, as confeitarias finas, havia, mas onde o problema tornava-se embaraçoso, era à saída. Os sacos frequentemente excessivos de alimentos, encarregados como mulos, devíamos então atravessar toda a loja à metade vazia, sob o olhar envieux dos não prioritários. Na parte traseira loja, encontrávamos frequentemente militares ou pessoas de polícia, mas da mesma maneira que nós, provavam a mesma indisposição e saíam vergonhosos deesta lugar a cabeça baixa, os sacos fechados o melhor possível.

Ao oposto deste tipo de abastecimento, tínhamos o mercado primeurs do sábado manhã, aberta à todos. Um cerca de trinta de mulheres havia todos os legumes tradicionais de primeira necessidade, bem como alguns outros produtos locais conservados no sal, o óleo ou o vinagre. Deslocavam-se à pé cedo a manhã desde kolkhozes circundantes, distantes frequentemente de vários quilómetros. Munidas de pequenos carros à mão ou muito pesadamente encarregadas à costass, traziam o fruto do seu labor. Os preços eram apresentados bastante correctamente lá, mas de um valor tal, que eram quase décourageants apesar do enorme orçamento do qual dispúnhamos em relatório que reside.

Não menos caras eram os sapatos que mim devidos comprar-me muito rapidamente. Tratava-se, é verdadeiro, de um par de um estilo ténis ligeiramente ao ocidental e não destes sapatos de couro preto clássicos que cada um levava, que teria sido uma dezena de rublos menos ruineuses. Contudo tinha-o pagado quarenta rublos afixados em loja, ou seja os dois quintos de um SMIG mensal. Não é necessário ser muito forte em cálculo mental, para compreender as razões que levavam um grande número entre eles a andar com sapatos pretos furados.

Tinha naquilo diminuído um tanto, o relatório de comparação, entre o povo soviético e os Estados Unidos como ter-o-ia feito previamente. Não tinha contudo ainda muito compreendido, e a desculpa era ainda o país novo, no qual era necessário esperar o tempo “da colheita”. Mas qual colheita?

A minha meditação sobre o destino cada um ainda era situada em bem mais fraca escala, porque o fim de semana tinha trazido com ele “a febre do sábado noite “. Ia por conseguinte tornar-me primeira vez à este restaurante dancing aberto as quartas-feiras e sábados. A construção tinha orgulhoso andamento parte, e não tinha nada a desejar a um edifício francês do mesmo estilo, ainda que aquilo não ia durar, tendo em conta do hérésie do sistema. Devo contudo confessar que esta noite lá, era mais interessado pelos encontros que haver, que pela construção própria. Ia haver por azar esta agradável pessoa da refeição improvisada, com que as nossas relações iam crescer um tanto até a dançar juntas, não sem uma suspeita de interesse recíproca que ia cedo concretizar-se.

A terceira semana ia ser para mim muito importante, porque muito révélatrice. Todas as desculpas que tivesse podido encontrar até então em prol dos soviéticos, iam então ser abaladas suficientemente para abrir-me os olhos. Devido ao afastamento, não dispúnhamos dos equipamentos indispensáveis ao nosso trabalho. Nós chegava por conseguinte às vezes de ter recurso à ferramenta sala que fazíamo-nos emprestar sobre o lugar, tais de gordas chaves por exemplo. Um jovem de vinte e dois vinte e três anos por conseguinte tinha recebido a função “de portador de chaves” e passava entre nós para que não tivéssemos a deslocar-se para receber alguma ferramenta de empréstimo. Fazia-nos normalmente uma visita duas vezes por dia com duas gordas chaves planas em cada mão, e permanecia à nossa disposição a fim de fornecer às certas ferramentas mais específicas. Mim ter não frequentemente recursos aos seus serviços, mas cada vez que fui forçada lá, após ter feito três quilómetros na fábrica à sua investigação, termino sempre por para capitular e esperar a sua passagem seguinte o dia seguinte manhã, às vezes mais. Era extremamente amável e serviable com nós, mas as suas deslocações conduziam-no frequentemente onde as mulheres de família “ trabalhavam “, o que conduzia-o às vezes passar o seu tempo agradavelmente com uma entre elas.

Nesta terceira semana, encontrei por conseguinte primeira vez este problema, e cruzando então um responsável soviético, mim reagidos como ter-o-ia feito na França. Comuniquei-lhe as minhas dificuldades e a improbabilidade da situação, mas embora falasse apenas muito razoavelmente francesa, a sua resposta foi de uma tal clareza que mim percebidos inequívoco que valia melhor mim calar. Ainda não confrontado ao sentimento de superioridade, que manifestavam geralmente ao nosso respeito, mim compreendido de resto não em todo o sentido sobre o momento. Uma coisa era contudo clara, se tivesse de nova a ter-se pena de demim, mim imediatamente é retornada na França, com o meu passaporte  visado vermelho a fim de mais não poder retornar trabalhar em União-Soviético. Voltarei assim, cito: “apontar no desemprego na França”???

Trabalhava pessoalmente sessenta à oitenta horas por semana nessa época, então ainda que na França o desemprego era notório, mim compreendido não a alusão. Apenas muito atrasado e é iluminado por outras experiências, que retirarei então a real amplitude do intox.

Nos dias seguintes, mésaventure técnico sobre um aparelho que desenvolvia , ia trazer à prazo, outra confirmação surpreendente ao ingénuo que era. Forçada de convite telefonicamente das minhas dificuldades à minha empresa, a direcção da fábrica considerou de repente que a minha posição de agente técnica não correspondia à dos meus amigos operários, e atribuiu-me um apartamento específico a partir do dia seguinte.

A noite vinda deixei por conseguinte os meus companheiros de apartamento e passei-os ao andar inferior. A minha nova câmara era esta vez-CI equipada “de um telefone”, o que oficialmente procurava-me eventuais umas facilidades de comunicações. Não contesto a integralidade da sua motivação, mas isto apresentava igualmente a vantagem para eles de pôr-nos facilmente sobre escuta. Demasiado tomado pelo adiantamento do meu trabalho, não me preocupei sobre o momento, mas atrasado, nós chegou às vezes entre franceses nós brincar deles. Evocávamos entre nós um falso problema ao telefone, e o dia seguinte, surlendemain o mais tardar ele mencionávamo-nos em reunião. Não era refinado muito talvez, mas distante em-si, a percepção da subtileza é às vezes diferente.

Se recordo-me bem, o fim desta terceira semana foi também  decisivo entre mim e “Galla”, o meu sedutor encontro na família soviética exemplar. Progressivamente combinamos com efeito unir-nos um ao outro, ao ponto que à minha segunda partida encarávamos a sua chegada na França. Vivemos por conseguinte juntos experiências e contactos que nunca teria vivido sem ela, e em especial a aprendizagem do Russo. Adolescente tinha feito parte das juventudes comunistas, e finalmente tinha-se casado. O excesso de álcool, anexo ao cinismo no qual era bebido pelo seu marido como tanto outros, tinha feito muito rapidamente deela uma mulher batida. À estas dificuldades um atrocidade da vida que tem-o marcado fortemente, acabava de divorciar-se um ano e metade anteriormente, embora o seu marido seja então capitão, com todos os privilégios que aquilo comportava. Não tinha dado razão à imensidade que separava os dois mundos soviéticos, o do prioritários e os não prioritários, tinha preferido perder todas as vantagens materiais para ganhar sérénité. Continuava a ser sinceramente comunista, mas ligeiramente como uma máquina sem grande esperança, tentava pendurar-se à vida, que combinamos tentar fazer juntos.

Um Domingo de primaveras reencontrei-me assim no dilema de aceitar uma refeição de família em um dos seus tios, ou passá-lo afastados um do outro e a sua rapariga Allhona. Este tio habitava uma pequena casa antiga, sobre um pequeno terreno, em periferia de Ladijin. Chegamos como é conveniente chegar, mas éramos os últimos. As apresentações duraram o que é habitual encontrar num meio familiar, e embora seja algum pouco o centro de interesses, mim ele sofridos nunca. Muito rapidamente fui integrada mesmo da misma maneira que qualquer outro membro da família, o que sem dúvida era ligeiramente o objectivo Galla. A mesa era indubitavelmente a de um dia de festa, mas não se assemelhava mais em nada à a único mim tinha conhecido aquando do meu convite improvisado dos primeiros dias, nesta “família soviética tipo”. Havia certamente a comer como para um dia de festa, muito correctamente preparado, mas mais à profusão como era o caso nesta outra família, instaurada pelo sistema para servir de exemplo. Creio recordar-se que bebemos vinho, sem dúvida de resto tinha-o trazido bem como serve, mas não era o único.

Chegou o digestivo, onde mim pus verdadeiramente medir toda a diferença dos dois mundos. Falso opulence destacado pelos primeiros, então tinha-se tornado a humildade de um meio modesto e simpático, que age com um coração sincero. Não tinha mais a vodca à profusão, porque demasiado cara para não prioritária, tinha feito lugar “ao savaghone”. Tratava-se de um álcool de puro fabrico casa, do qual tivessem estado felizes de contar-me o seu método de produção. Num grande recipiente, faziam fermentar uma mistura de água açucarada e migalha de pão, na qual deixavam macerar algumas ameixas da únicos árvore que possuiam. Após obtenções da taxa de álcool, destilavam através de um alambique concebido com cocotte minuto, sobre a saída vapor da qual tivessem instalado serpentin de cobre resfriado pela água do torneira. Não os digo qual torce tripas tratava-se, mas estavam felizes do resultado que, álcool que ajuda, lhes permitia “distrair-se”. Em fim de noite Allhona, Galla e mim retornamos de resto ambos os em “”, felizes do nosso dia.

Aproveito para sublinhar a diferença fundamental entre a maneira de beber destas pessoas, e a generalidade deos que bebiam como fazia alusão eis algumas linhas. Então tinham bebido como podemos beber nós em ocidente. Divertimo-nos, bebemos, nós estamos ao rigor mais ou menos ébrios. As consequências podem ir da alegria ao drama, podem conduzir um comportamento mais ou menos violentos de acordo com o indivíduo, podem mesmo conduzir rapidamente a um costume perigoso, ao conhecimento da pessoa própria. Não conduzem contudo directamente à forma dépravation e ociosidade moral que resulta de um consumo de álcool bebido neste cinismo destrutivo, que é a maneira de beber para “esquecer”. Este resultado que podemos encontrar, no alcoólica profundos ou os assuntos vítimas de um désocialisation notório. Uma maioria deos que ter a ocasião de encontrar à este este da quarta-feira e sábado noite, bebia assim. Havia à três ou quatro jovens. Mal não chegavam sobre a ponta dos pés para não fazer-se observar. Compravam-se cem gramas de vodca, e cem gramas após cem gramas, iam assim até ao primeiro que caía. Deixavam então mais o o mais discretamente possível possível os lugares, por temor a ser interpelados pela milícia, felizes de ter passado “ boa “noite. Retornavam neles, e défoulement que não se tivessem atribuído, acrescentado a todo o ressentimento da sua incapacidade de viver surgia, então golpeavam a sua mulher.

Bebiam sem entusiasmo, sem esperança de vida, porque qualquer motivação tinha morrido neles. Não sei se exprimo-me convenientemente de modo que cada um possa perceber toda a diferença? Nas circunstâncias do meu trabalho actual, mim ter com efeito a oportunidade de encontrar do nove cem quatro vinte dez nove, uma jovem rapariga búlgara, com que evocamos esta dissimilitude profunda entre estas duas maneiras de beber, que têm comum apenas álcool. Uma é conduzida por um excesso de alegria de alimento, o outro pela desilusão e pela aceitação de morrer mais ligeiramente. Muito foi-me exprimida bem, pela observação que fez-me esta pessoa o coração apertado. Diz-me então “eis três anos que habito Nice, e que tento fazer compreender às pessoas junto de quem vivo, a diferença com que conhecem aqui, mas percebo embora nunca apreendam-o. Com vocês em contrapartida, em cinco minutos falamos a mesma linguagem, mas, creiamo-nos enquanto que era aquilo divertir-se? Agora sei! ".

Não conheciam e não podiam conhecer. Como teriam podido fazer a diferença entre a verdade e a foice, quando só uma forma de verdade estava no seu entendimento? É como navegar sobre voilier por um mar sem vento, quando a mentira está por toda a parte é ainda como possível crer ? Esta mentira partia já da negação mesmo da existência de Deus pelos filósofos projectistas do sistema, que não era certamente os únicos defeituosos, mas que podia sair de realmente bom de tal canular?

Se na França do nove cem oitenta um centra-nos-rmos na eleição do presidente Mitterrand, outros acontecimentos passavam-se devido ao mundo, e em particular na Polónia. Era uma época de levantamentos e de greves gerais. Recordam deste Polaco Lech Walesa! Estava então do outro lado deesta cortina de ferro, e a televisão que começava seguir dava-me todas as informações recebidas do seu lado. É assim que cada noite, às informações de vinte horas, uma pessoa de uma região diferente de União Soviética era entrevistada sobre este problema. Tinham uma origem muito diferente um do outro para melhor fazer surgir “a uniformidade do pensamento soviético “. Apresentavam uma noite um asiático de Vladivostok, a noite de acordo com um nórdica da Estónia, e a terceira noite uma Adjária Batoumi perto da Turquia, com se necessário turban sobre a cabeça. Aquilo representava perfeita a diversidade do povo soviética, mas a uniformidade do pensamento.

O diálogo quanto a ele continuava estruturar da mesma maneira. A pessoa começava por apresentar-se, ela e a sua família, bom pai ou boa mãe de família, inteiramente sympathisant ao problema do povo polaco. Acrescentavam de boa vontade que estes Polacos tinham inteiramente razão de afirmar, nenhuma discriminação aceitáveis no povo “ soviético “. O segundo minuto, descreviam a sua própria situação, o seu modo de vida, as suas necessidades diárias. Não diziam que encontravam-se na miséria, mas para que cada um pudesse assimilar-se à eles, apresentavam-se nunca como fáceis. Tinham a preocupação de criar dignement as suas crianças, com que aquilo podia comportar de dificuldades. O terceiro minuto era consagrado dar testemunho de todas as ajudas que podiam directamente prestar apoiado do povo polaco, apesar do embaraço que aquilo eles causava. O quarto minuto era utilizado a interrogar-se sobre a justificação de alimentar pessoas que escolheram não trabalhar, ao detrimento das suas próprias crianças e qualquer sua família, quanto do quinto e último, a conclusão impunha-se de própria: “Era necessário custa que custa, intervir para fazer cessar este marasmo, e se necessário pôr-o ao trabalho pela força, ver por… »

Muito em efeito era um sujeito ao intox para a valorização do sistema, intox que marcava-o a partir da sua mais jovem idade de uma maneira pernicieuse. É assim que ao curso de uma visita da escola materna na qual Galla ensinava, tinha-me feito própria de observar, não sem algumas apreensões, o resultado de um desenho livre que tivesse dado fazer aos seus pequenos alunos. Muito sem excepção tinham desenhado quer dos militares, os canhões, os tanques, dos soldados entra-se que matam ou défilant, nada de outro… Não era interpelando ?

Não sabia contudo fazer a síntese, e como escrevia-o há algumas linhas, aquilo não o impedia de continuar a ser claramente comunista, porque sincérité da maior parte era grande. É assim que um Domingo manhã vivo-o preparar-se, quase endimanchée, para o dia do Sobotnik. Os dias de Sobotnik estavam ao número de sete, quando foram instituídos por Lénine. Tratava-se de dias de trabalho graciosamente oferecidos por cada um à colectividade, para mantem-o e a renovação do contexto de vida. A cette époque, concretamente único subsistia o que precede primeiro Maio, a fim de conservar a ideologia.

A partir de sete horas da manhã, um bom número entre eles tinha começado descer sobre a via pública com pinceis, pás, binettes, para limpar as ruas e as plateias com o propósito da festa. Equipados de bem modestos instrumentos, tinham-se investido em tarefas como varrer as goteiras, as passagens pedestres, os ambientes de edifícios, branquear à cal as cercaduras dos passeios e as plateias. Em fim de manhã, apesar de qualquer seu coração posto à obra, o resultado era bem mínimo por comparação à amplitude da tarefa.

A terra estava quase por toda a parte presente perto todas as de cercaduras e os seus meios de limpeza quase inexistentes. Aquilo dava os primeiros metros de pintura de um bonito branco cor cal, mas os seguintes eram antes cinzentos. Eram mesmo inegavelmente cor terra. O meio-dia a maior parte entre eles retornou para mais não surgir. A partir da noite, talvez o dia seguinte, algumas gotas de chuva vieram apagar noventa para - cem dos seus esforços, mas aquilo continuava a ser contudo secundário. Tinham boa consciência, o seu dever para com a colectividade realizado. Ligeiramente como um culto inútil, feito para guardar uma boa imagem deele para com um Deus respeitado, a ideologia comunista.

Estes mesmos em dias, e num mesmo estado de espíritos combinamos ser todos os testemunhos de uma mais maiores de incoerências “técnicos”, que foi-me dado de constatar. Emprego a palavra técnica, mas sem dúvida vão interrogar-vos, mesmo para os menos topa-a-tudo, se é possível que tal coisa passou-se realmente em União Soviética nessa época. É necessidade de recordar que vinte e quatro anos anteriormente, tinham colocar o seu primeiro satélite em redor da terra (Spoutnik um, o 4 de Outubro de 1957)?

Desde várias semanas o autocarro de ligação depositava-nos o meio-dia à este restaurante dancing da quarta-feira e sábado noite. Se de comuns, comermos na grande sala, para as circunstâncias, combinamos único atravessar-o, porque um balanço-baixo de combate era desencadeado: Antes de primeiro Maio, iam revernir a totalidade do pavimento. Quando passamos no sentido ir, uma dezena de trabalhadores estava perto de intervir, três do qual estavam já cheia obra com muito um gordo polidor à banda, que um empurrava, um segundo tirava, e um terceiro guiava. Os outros esperavam pacientemente que ponçage excedeu os alguns metros quadrado já trabalhados, para empreender a sua obra. Teria havido nada naquilo de muito anormal, se o polidor que era equipada de um sistema de aspiração das serraduras, for munido de um filtro à ar muito eficaz. Este faltando, é inútil precisar-vos quanto a poeira era importante nesta imensa sala. Era por conseguinte evidente, que os seis ou sete que não eram ainda ao trabalho teriam de esperar muito tempo de posterior ponçage dos três primeiros seja terminado, de modo que a poeira deposite-se, antes de poder eles mesmos aplicar o verniz.  

A refeição foi-nos servida fora de estaleiro, mas mais antiga sobre o sítio, conhecendo efectivamente os problemas que encontravam nas suas funções desde anos, não faltaram de railler como geralmente, a finalidade que imaginavam extremamente efectivamente. Já tinha visto outras enormidades que vocês contaria cedo, mas imaginar tal absurdo pareceu-me quase deslocado sobre o momento para com pessoas tecnicamente evoluidos. Três quartos de hora atrasado, a nossa refeição terminada, emprestamos para sair, o mesmo caminho que ir-o.

Cúmulo da ironia! Dérisions eram justificados. Os utilizadores do gordo polidor à banda continuavam fazer uma espessa poeira, enquanto seis ou sete os outros, o pincel de uma mão, o potenciômetro de vernizes do outro, deviam badigeonner ao solo uma mistura de serradura e de vernizes que colava pesadamente aos pinceis. O absurdo não se parou contudo lá, porque a serradura que absorve uma importante quantidade de vernizes, este faltou muito rapidamente. Constatamo-lo evidentemente a quarta-feira seguinte, porque sobre os dois terços da sala onde eram dispostas as mesas, o solo era abrangido certamente espesso de um revestimento áspero, enquanto que a parte pista de dança e corredor de entrada não tivesse recebido nenhuma protecção.

A humidade ia rapidamente fazer enormes uns estragos sobre este bonito ministério público. Menos de um mês após, antes da minha primeira partida, uma inflação de uma dezena de centímetros de altura sobre dois metros de diâmetro, tinha aparecido na frente do bar no seu meio. Ao meu regresso em Setembro, constatei que o mesmo fenómeno além disso grande tivesse-se produzido em cheio meio da pista de dança. Imensas as vidraças de fachada que iam do solo ao telhado, eram para a maioria entre elas rachadas de partes inferiores em parte superior. Ainda não tinham caído mas em boa via fazê-lo.

O que tem além disso a acrescentar? Não vão imaginar, que não teria querido ser ao lugar deo que ia  limpar o reprimenda. Como aquilo tivesse sido o meu caso, a vez onde tinha de correr após este portador de chave, nenhum soviético devia ter-se para responsável. Tinham feito todo o trabalho no tempo recorde que lhes era fixado. Tinham empregado a quantidade exacta de produto que devia ser empregado, todo era terminado para festivités do primeiro Maio, então não vão além disso fazer-lhes levar o chapéu do miserável filtro à ar que faltava. Podia provavelmente tratar-se apenas de uma máquina fornecida por estes franceses que não sabiam mesmo ir sobre a lua…

No mesmo estilo, dizia-voso, há algumas páginas, um aparelho que punha em serviço tivesse-me encontrado danificado. Por conseguinte tinha-me feito de expedir da França as peças de substituição, mas para efectuar reparar, devia retirar-me importantes uns vestígios de cola calcinados, dos quais o tricloroetileno único ou quase podia vir à extremidade. Trata-se, para os que não conhecem este produto, de um solvente muito utilizado na indústria. É por conseguinte evidente, que sendo de consumo bastante corrente, mas muito volátil e perigoso, procurar-me o-ei sobre o lugar. Efectuei conscienciosamente investigações nas quatro lojas de Ladijin, mas, esforços inúteis. Procurei, escavei, mas não encontrei! Falei por conseguinte ao director francês de montagem, assim que fez-se o meu porta-voz junto do serviço entrevista da imponente central térmica vizinha, penalidade perdida. Também não tinham! Em mesmo dérision que o ministério público envernizado, foi-me fornecido do petróleo e o álcool a queimar. Falei por conseguinte mais débrouillard dos nossos intérpretes que diz-me, “não o preocupo Alain, em alguns dias vou à Vinnitsa (uma cidade cerca de de cem mil habitantes ao sudeste Kiev), trá-lo-ei! "

Este corajoso homem cerca de de trinta e cinco anos, muito amável, serviable e sacrificado ao possível, tinha por hábito de girar e voltar os seus cabelos, sempre que estava no embaraço, que lhe punha quase sempre os cabelos em batalha. Ríamos, frequentemente gentilmente, mas ao seu regresso de Vinnitsa, particularmente mal era penteado. Veio imediatamente à mim e diz-me “ mim embêté, não o encontrei, mas não preocupo, à tal data, mim vou Kiev, o remmènerais “. O dia dito, como numa comédia montada bem, retornou naturalmente Kiev os cabelos sempre ébouriffés, e de uma voz navrée deu-me a mesma resposta. Diz-me esta vez, “ não o preocupa Alain, vou à Moscovo a semana próxima, trá-lo-ei “. A comédia ia naturalmente girar dérision, porque retornou de Moscovo, os cabelos mais que nunca luta, o ar contrit, dizendo-me “mim não sabe porque, mas temos problemas de armazenamento, mim não encontramos “.

Sei que fazia pessoalmente muito efectivamente a diferença, entre o nosso sistema de abastecimento e o deles, cujos extremamente era afligido. Era várias vezes vindo a França acompanhar grupos técnicos ou comerciais, e do pouca que pudemos às vezes trocar, desejava-nos inevitavelmente.

Outros, que davam razão ao intox que sofriam sem estar a perceber-o, continuavam a ser firmes e sinceros nas suas convicções, como era o caso Galla. Mim chegou assim frequentemente no início do nosso encontro, de querer em qualquer boa vez ele explicar, como vivamos na França. Evocar o meu emprego do tempo com a minha esposa, as corridas nas lojas, mas também as corridas de carro cross às quais participava Domingo, por último o banal da vida de casal. Havia naturalmente os detalhes que não podia conhecer sem ter estado a experimentar-o estado s, mais gordas as diferenças entre a vida à Ladijin e, e lá, cada vez, defrontava-me-lhos com a mesma resposta de sa part :  “Não falo de política”. Uma vez, duas vezes, como alguém, que crê ter-se exprimido mal falta de um bom controlo da língua, incluia o meu dicionário e reconstruia pacientemente a minha frase. No fim do meu desenvolvimento, defrontava-me outra vez com esta resposta: “Não falo político”.

Necessitei vários destas experiências, e muito melhor apreender a língua para compreender as razões. A política e os que tinham as rédeas, eram primeiramente os directores dos sítios industriais, porque membros eminentes do partido comunista. Dirigiam e régentaient a política local da distribuição. Era por conseguinte estes responsáveis próximos dos trabalhadores, que definiam certas prioridades muito individuais. A dos nossos abastecimentos privilegiados por exemplo, da qual éramos objecto em tanto como estrangeiro ou ainda a desta família que traz aos Franceses a boa imagem da família soviética standard.

Em teoria, não era um privilégio dado à homens, mas uma instituição social gerida pelos vigias do bom respeito das regras estabelecidas, que definiam com “precisão” as necessidades excepcionais. Não tinha mais nenhum fiador possível probité sem eles, dado que eram considerados como modelos de integridade. O director do conjunto industrial ao qual participávamos, por conseguinte não tinha sido seleccionado à causa primeiramente das suas competências técnicas ou comerciais, mas para o reconhecimento “político” do qual era objecto. Tinha podido escolher entre os cupões e leais comunistas, uma família fortemente ancorada no comunismo, que não sofreria a influência nefasta do luxo da qual faria prova junto “dos pequenos Franceses”, eles, demasiado obtuso para compreender as boas e nobres motivações Soviéticas. O respeito destes valores fundamentais, para com infractores internos ou externos ao sistema, por conseguinte era assegurado por uma milícia ou um exército forte e alimentado bem, contrariamente ao resto da população. Tal Deus acima qualquer homem, o sistema venerado reinava através dos seus representantes adulés.

Em meu naïveté devido à minha ignorância das suas estruturas, tentava explicar Galla, esta à qual assemelhava-se uma loja na qual ao raio primeurs encontrávamos os montões de laranjas empilées, no ponto que se nós  tomem a do abaixo, toda a pilha inteira desabava-se. Ela, embora exmulher de capitão, tivesse visto ou tivesse comido um dia uma laranja e tendo em conta ou tivesse comido um dia uma banana. Esqueci a ordem na qual tivesse-me -o dito. Com um tal vivido, como podia compreender que tentava ele explicar? “Sabia” que reconhecia exactamente, que este privilégio dado à todos como vivíamo-lo éramos um hérésie do qual o povo soviético era protegido utilmente, para não dilapidar o alimento destes pobres africanos que affamions. A coisa estava ao rigor concebível para ela a fim de prover às necessidades específicas do prioritários, os elevados acima do comum do mortais como os vigias do templo da lei que faziam respeitar, aí está todo. Não voso reconstituo de uma maneira subversive, como uma síntese nascida da minha conversão cristã, mas que descobri já sobre o lugar, mim que tivesse partido convencido encontrar justa uma causa racional, descobria apenas profundo égarement. Um pequeno sorriso aos lábios a fim de distender-nos ligeiramente, direi por conseguinte como diziam então “mim não feito política”.

Não quero certamente entrar nas considerações que poderiam tornar-se política de distribuição, nomeadamente se é justo ou não viver e alimentar-nos como fazemo-lo. Lá não é o nosso assunto de comparação, porque permitiu-me igualmente tomar consciência da enormidade do seu erro, estava em certos subentendidos a respeito “estes pequenos de Franceses que não iam, não sobre a lua, à que faziam aumône “. Sim, todos ou quase, eram convencidos que faziam-nos aumône comprando-nos as nossas fábricas. Tinham de resto uma prova irrefutável: Funcionavam nunca! Devido, eram geridas à imagem do ministério público verniz…

Compravam-nos fábricas para ajudar os Franceses na sua miséria feito no desemprego. Eles grandes senhores, alimentadors do planeta, que teriam dado pão a um cão enragé. Não o digo sobretudo para mim moquer seu sincérité individual, que devemos respeitar, porque sei que neles tinha mais que umas umas simples ideologias, havia uma pureza na esperança à qual davam sempre razão. Mas… “sabiam”! Sim, sabiam que todos os Franceses presentes em União Soviética, não estavam realidade que desempregados que efectivamente tivessem aprendido a sua lição de negar a evidência. Era penalidade perdida da sua declaração o contrário ou tentar mesmo simplesmente abordar o assunto, “sabiam”, como “sabiam” que para esconder a nossa miséria combinamos até a mentir escandalosamente, negando tal evidência.

O que responder? O que dizer para a nossa defesa quando cada palavra marcada mete-nos mais ligeiramente? Mim o acima nunca. Estes em anos lá, era por meu lado submergido de trabalho. Havia certamente muito desemprego nessa época na França, e este fenómeno era utilizado pelos seus líderes como meio subversif, para justificar o empobrecimento do povo, em proveito da sua corrida desenfreada a conservar a sua imagem de marca mundial em frente dos Estados Unidos. Este povo, que era dado por intox uma imagem de igualdade com os Americanos, vivia realmente num estado sob desenvolvimento inconcebível. Está efectivamente aquilo mim crê que permitia-me abrir os olhos, mas igualmente aquilo que era para eles o fenómeno que desencadeia da sua animosidade para com. Percebiam-nos por esta razão, como ingrats menteurs que não tinham mesmo o reconhecimento do ventre para com os que alimentavam-o. A possibilidade da falta de labor que não existe teoricamente na imaginação da sua estrutura, rendimento era por conseguinte directamente um ligado ao trabalho. Se não existisse, criavam-no, como o deste portador de chaves, do qual falei-vos.

Compreende pode melhor ser porque era apenas assim pouco importante que as nossas fábricas produzem, dado que aquilo trazia assim cada um, a prova dos nossos erros de estruturas, a nossa falta de conhecimento e a sua grandeza em relatório do ocidente ao qual faziam aumône por caridade humana. É também porque todos os pobres infelizes da parte inferior da escala assim eram convencidos nunca poder fazer confiança aos Franceses. Para “a boa” causa, a cabeça lhes dissimulait os seus desequilíbrios profundos por fraudes organizadas mais ou menos à grande escala, que permitiam à uma massa popular de um nível de vida miserável, tomar-se para os iguais dos Americanos.

Mim conhecido alguns que não o pensavam, mas eram bem pouco numerosos. Um entre eles trabalhava à central térmica vizinha, que punha um velomotor de empréstimo à disposição dos seus empregados a fim de promover o motocross. Neste sistema das prioridades que reinava à todos os níveis, por conseguinte tinha postulado à pilotagem deeste velomotor junto do seu director, e tinha-se inscrito sobre uma lista de uma dezena de candidatos. Aquilo permitia-lhes fazer cerca de uma corrida por ano, cada um a sua volta. Se um entre eles ganhasse uma vez, é provado que era melhor que os outros e ficaria prioritário neste domínio. Poderia então pretender à atribuição pessoal de um velomotor.

A da qual dispunham não era mais muito jovem, mas após a corrida e o piloto precedente, este que tem-o tornado a motor rotativa, era suposta de poder servir de novo. A véspera da corrida, à imagem do tricloroetileno cujos não tivesse podido fornecer-se, uma peça não cumpria este piloto e o amigo para que funcione correctamente. Tinha trabalhado e retravaillé a antiga desde muito tempo defeituoso, mas não tinha obtido único um resultado pouco fiável, ao qual queria contudo crer. É talvez aquilo pior, porque as esperanças desilusionadas deixa cicatrices profundos.

A partir da manhã estive aos seus lados para apoiá-lo, e a partir dos primeiros momentos, ele fiz-me uma real boa impressão. Aquilo não ia no entanto durar muito tempo, porque em meio de manhã, “os gordos braços chegaram”, o prioritária. Estes dispunham de velomotores eficientes, porque faziam inicialmente parte do sistema prioritário, exército, milícia e partido comunista. Foi possível confundir-o com os actores do filme Germinal, tanto os seus veículos de transporte pareciam sair de uma outra era, mas quando miraram em degrau os seus preciosos engenhos, “um miaulement” strident saído de cinco ou seis máquinas e permitidos compreender o mundo que separava-o dos não prioritários.

A partir das primeiras voltas de corrida o nosso homem intercalou-se extremamente efectivamente, e terminado terceiro primeiro da manga, mas muito rapidamente a peça defeituosa rendeu. Como outros não todos os prioritários, começou por conseguinte descer empurrar o seu pesado engenho no mais forte das subidas, que um simples ciclomotor teria talvez tem êxito de escalar sem estar a pedalar. Só os cinco primeiros não miraram nunca pé à terra. Terminou sexto da corrida, e primeiro do não prioritário. Aquilo não era anunciado à diminuição dos preços, dado que eram sensatos partir muito com “a mesmo “possibilidade, mas a evidência estava lá. Uma outra prova era feita para o sistema: A justiça reinava na Rússia, prioritária continuavam a ser mais melhor e deviam por conseguinte continuar a ser prioritária. Tão ele, se nada viesse inverter o curso do tempo, esgotar-se-ia até à morte a correr ao lado do seu velomotor na esperança de ganhar uma vez.

Dérision dérisions, era-lhe suficiente com efeito que fosse mais rapidamente à pé que à velomotor, e ficaria ele mesmo prioritário. O que receberia uma dois cavalos para alinhar-se a um grande preço de fórmula um, receberia a mesma justiça dado que tê-lo-ia também um veículo à quatro rodas. Se ganhasse com os seus dois cavalos, é-lhe confiado uma fórmula um. Assim não haveria sem dúvida outras corridas… Era-lhe suficiente que esperasse a sua volta! Tão o velomotor, sem dúvida reencontraria mesma o ano seguinte, mas esta vez-CI com um ano além disso , e inevitavelmente com as mesmas peças defeituosas.

Alguns tentavam de alimento, outros não tinham mais grandes coisa a perder. Era o caso do velho Sr., que vinha às vezes fazer-nos uma visita aos nossos apartamentos, nos quais não tínhamos no entanto o direito de receber Soviéticos. Chegava sempre a enganar na vigilância das amas às partes inferiores escalier. Corriam-no de trás, mas uma vez aos nossos lados, não ousavam mais nada dizer-lhe.

Tinha feito a guerra do nove cem quarenta, nos campos de deportação onde tivesse conhecido dois Franceses. Ao seu regresso, tinha mantido uma correspondência regular até ao dia em que, por esta única “boa” razão, tinha sido parado e conduzido em goulag 1 sibérien. Havia dez sete anos se a minha memória é boa. Falava bem ainda relativamente o francês que tivesse continuado a ser unido como à imagem do paraíso. Celui-là, embora continuando a ser discreto na rua, não procurando voltar onde vinha, não hesite a exprimir-se sobre as incoerências do sistema, mesmo nos apartamentos munidos de telefone que frequentemente eram supervisionados.


1) Goulag: Sistema concentrationnaire ou repressivo da União Soviética ou os seus satélites, situados em lugares mais inospitaleiros possíveis.


Não sentíamos pessoalmente demasiado esta falta de liberdade, porque circulávamos na cidade à nossa vontade, mas não tínhamos direito mais de sete quilómetros da aldeia. Dispúnhamos de uma bicicleta de empréstimo no mesmo estado que o do velomotor, mas um Francês tomado à catorze quilómetros, tinha sido expulso. Desde este dia a bicicleta tinha continuado a ser pendurada ao prego, e andávamos à pé. Não avisados que éramos não sofríamos exageradamente a pesada opressão da milícia, porque localmente a maioria entre eles não levava  o uniforme, mas quando nós chegava Galla e mim nós passear com os nossos amigos, todos os cem ou cem cinquenta metros, à passagem de certas pessoas, era as mesmas palavras: “chuuut, a milícia”. É obviamente um segredo para ninguém, mas esta vigilância era permanente.

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